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Seguindo o Mestre: O discipulado em ação

Lição 9

23 a 1/03/2008


É pela ação do Mestre, Jesus Cristo, que o discipulado da Sua igreja tem condições de estar em ação, em um ministério em prol da salvação de almas, quando estamos seguindo o Mestre, significa que já fomos buscados, chamados e possibilitados por Ele Próprio, para esta ação, esta ação de seguir o Maior Doutor em teologia do Universo, e possuirmos um discipulado ativo, é, em Si mesmo, o resultado da operação divina do Espírito Santo nos discípulos de Cristo individualmente e coletivamente como discipulado; embora já tenhamos recebido, de Deus, “pernas,” para andar e seguir o Mestre; “braços,” e “mãos,” para agir, uma boca para testemunhar de Cristo, estes dons jamais estarão em ação sem o poder do Senhor Jesus operando continuamente em nós; temos a liberdade de ação e poderemos impedir se quisermos que este poder nos conduza a esta ação de seguir o Senhor Jesus e de sermos um discípulo ativo, mas, ao permitirmos que Ele nos conceda o Seu poder e que dê continuidade de operação em nós, e, O reconhecermos sempre como o Centro, o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim em todos os aspectos da nossa vida, veremos a Glória de Deus  e o Poder do Evangelho sobre nós e nosso discipulado. Infelizmente, tem havido, em nosso discipulado, uma tendência de descentralizar a Pessoa de Cristo e Suas funções ministeriais; Ele precisa ser o Centro Centralíssimo em nossos pensamentos, em nossos motivos, em nossas palavras e em nossas ações e, precisa haver um grande movimento de reforma neste sentido em nosso discipulado; vamos parar de “badalar” os nossos feitos; parar de tocar trombetas sobre o que fazemos para Deus, e deixar que a trombeta do Evangelho focalize o Autor e Consumador deste Evangelho e, então, a terra será totalmente iluminada com a Glória de Deus.  Amém!

Verso para memorizar: A questão aqui nestes versos é de salvar ou perder a vida eterna, de escolher o mundo e o seu mundanismo por uma pequena fração de tempo, que na proporção da eternidade, é menos do que nada, e, escolher esta vida eterna, mesmo que seja preciso sacrificar esta fração ínfima desta nossa ilusória vida presente. Deus, o Nosso Melhor Amigo e o Criador da vida eterna, tem duas testemunhas infalíveis de que Ele nos propôs para nós, a vida e a morte, a bênção e a maldição e que, sugeriu que escolhêssemos a vida, amando-O, dando-Lhe ouvido a Sua voz, apegando-se a Ele como o Fator da vida. Comp.c/ Dt. 30:19-20. A escolha racional e inteligente é, perder o mundo inteiro, se preciso, perder a vida toda se preciso, mas não perder uma vida de completa felicidade e de milhões de milhões de anos de duração, ou seja, a Vida Eterna.

Nota da pág. 107 – E pensar que o Príncipe de todos os príncipes das Coortes Celestiais, lavou os pés dos Seus discípulos e, até mesmo os pés de Judas o Seu traidor!

 

Parte de domingo. Serviço e discipulado.

Perg. 01 – O texto nos informa que Cristo curou a todos, e, este texto não diz que Ele tivesse feito sindicância entre aqueles que curava com a finalidade de escolher a quem curar, Ele não escolhia os que não tinham adquirido doenças por transgredirem as leis de saúde, mas o texto é claro, Ele curava a todos; Ele não estabelecia condições precedentes para curar, mas curava e depois dizia: vai e não peques mais, eram condições subseqüentes . Veja João 5:14; em alguns casos, as pessoas curadas não criam Nele e nem sabiam da Sua existência; comp.c/ João 9:1-7 e versos 35-36.

A cura da sogra de Pedro. Note que esta sogra falava menos e agia mais e, ao ser curada de uma febre maligna, “imediatamente” passou a servir a Jesus e aos demais; imaginem se Jesus estabelecesse uma condição precedente para esta mulher ser curada! Ele não disse a ela para que servisse para depois ser curada, mas curou-a para que servisse em Seu discipulado. O que estamos ensinando em nosso discipulado a respeito do caráter de Cristo e como Ele tratava e trata as pessoas?

Perg. 02 – Trata-se de um discipulado com hospitalidade porque não existe discipulado genuinamente cristão sem hospitalidade.

Observação oportuna: As nossas orações não mudam a Deus, porque sempre esteve em Seus planos curar a todos os doentes deste nosso mundo-hospital, não são as nossas orações que vão criar Nele esta mentalidade ou disposição, mesmo aqueles que foram curados depois que oramos, o  foram porque já estava em Seus planos que fossem curados, muito antes das nossas orações, e, assim sendo, nada mudou na Pessoa de Deus quando oramos por estas pessoas que foram curadas quando oramos.

Nota da perg. 02 – Mais uma menção da sogra menos falante e mais operante – A sogra de Pedro após ser curada, jamais alegaria esgotamento e fadiga decorrente da sua doença, porque as curas que Jesus realizava eram radicais, completas e com perfeição absolutas, a carne em decomposição de um leproso, por exemplo, quando curado por Ele, voltava a ser tão perfeita e virgem como a carne de uma criança; comp.c/ DTN 240:5 e 241. Cap. “Podes tornar-me limpo.”

 

Parte de segunda feira. Jesus e o paralítico.

A operação divina de Jesus naquele paralítico de Cafarnaum, se iniciou quando ele ainda se achava em sua casa ( DTN 248:2; Cap. “Podes tornar-me Limpo.” )e, ao alimentar esta fé que lhe foi concedida pelo Próprio Cristo, esta cresceu e foi se transformando em crença em Jesus e, esta fé associada a esta crença, pelo poder de Cristo operando em seus amigos, ele foi levado a presença imediata do Médico dos médicos, os primeiros passos na vida daquele homem não foram dados por ele e nem pelos seus amigos, mas sim pela Divindade feita Homem Jesus Cristo, a operação humana do discipulado dos seus amigos, veio depois, e, durante todo o processo de aproximação, e a espetacular chegada a presença do Salvador, não foi diferente, foi pelo poder de Cristo associado ao esforço humano, que aqueles homens realizaram todas aquelas proezas.

Note o seguinte: Até mesmo o egoísmo e o orgulho ( paralisia pior do que a do paralítico por parte daqueles incrédulos presentes ) poderiam terem sido curados por Cristo, se eles tivessem, como o paralítico, correspondido aos apelos do Espírito Santo em seus corações e alimentado e acariciado os primeiros lampejos de fé até que esta fosse transformada em crença. A paralisia da alma é a pior espécie de paralisia, e note que aquele paralítico estava  infectado por estas duas espécies de doenças, a da alma que foi curada pelo poder do perdão de Cristo, e, seguiu-se, naturalmente, a cura física, por este mesmo poder; o discipulado cristão precisa enfatizar em primeiro lugar, a cura da paralisia espiritual, sem omitir, também, a cura física; é plano de Deus, curar o corpo, a alma e o espírito do homem, e, há poder mais que suficiente  no perdão e no sangue de Cristo para a realização desta maravilha e, os discípulos de Cristo devem ensinar a todos os paralíticos espirituais ou físicos, a que alimentem e acariciem os primeiros vestígios de fé que apareça em seus corações, para que esta cresça e se torne em uma grande árvore em suas vidas.

 

Parte de terça feira.  “Para lançar fogo sobre a terra.”

Este fogo mencionado é proveniente da ação do fogo do Espírito Santo mencionado em Mt. 3:11, e, não a espécie de fogo que os discípulos queriam invocar sobre os homens. Lc. 9:54.

Em Seu primeiro Advento, o Messias atearia o fogo do Evangelho no mundo; Jr. 23:29; em Seu segundo Advento, Ele ateará o fogo da Sua Glória neste planeta. ( II Tes. 1:7-9 ); O que os discípulos queriam fazer em Lc. 9:54, somente sra feito, em Sua totalidade, após o milênio, quando os fogos que descerão dos céus, da parte de Deus para purificar a terra e sua atmosfera, destruirá, também, os que não aceitaram o fogo purificador do Espírito Santo para se purificarem do pecado no sangue de Cristo.

Perg. 04 – Existe um “ai” da parte de Jesus sobre aqueles que são sempre benditos e elogiados por todos. Veja Lc. 6:26. Cumpra a igreja o seu dever de dar a advertência ao mundo, como Cristo, os profetas, apóstolos e os pioneiros da idade média o fizeram, e veremos se reacenderem, todas as fogueiras desta história tenebrosa de um cristianismo igualmente tenebroso e repugnante, e isso, a partir dos nossos parentes e “irmãos” na nossa própria comunidade. Nunca devemos esquecer que foram os dirigentes da igreja juntamente com os demais membros da Nação escolhida, que perseguiram e mataram os profetas de Deus, que foram os dirigentes do povo de Deus que perseguiram os apóstolos de Cristo e, os dirigentes da igreja medieval que organizaram um tribunal eclesiástico para punir com torturas e morte, aqueles que tinham como único “crime”, discordar dos credos e crendices da igreja “cristã;”é a Bíblia que diz que todos os que desejam viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições. II Tim. 3:12. Realmente Jesus tinha razão quando disse que não veio trazer paz a terra mas a espada, e, também quando pronunciou um “ai” sobre aqueles que são elogiados e bem quistos por todos. Ler com muita atenção, Lc. 6:26.

 

Parte de quarta feira.  O preço de uma salvação.

Mc. 8:35-37 – Existe uma fatalidade pior do que a de ganhar o mundo todo e perder a alma, sabe qual é? É a de perder o mundo todo e, também, perder a alma, não viver, ou desfrutar esta vida e também, não desfrutar a outra vida, e, é o que a maioria sempre fez e está fazendo; note como é efêmera esta vida: Nós já nascemos chorando e, causando grandes dores a nossa mãe, e, quando não choramos ao nascermos e logo de imediato, alguém nos bate para que choremos; começamos a sentir frio, calor, fome e dores em nossa idade infantil, mas alguns anos, e entramos para a idade juvenil, adolescência, jovem e, então, começamos a declinar para a velhice e, segundo a Bíblia, tudo isso vai se passando como um conto ligeiro, que, aos 70 ou 80 anos, o melhor deste conto, é enfado e canseira ( Sl. 90:9-10 ),isso significa que, na realidade, começamos a “viver” de fato, aos 20 anos de idade aproximadamente, e começamos a morrer aos 60 ou 70 anos, que pode se somar apenas uns 40 ou 50 anos de vida e isso, em muitos casos, com os tormentos causados por doenças e grandes frustrações; se em 40 anos tivéssemos ganhado o mundo todo, o que significaria isso, na proporção da eternidade?

Quando o nosso envolvimento ativo no discipulado nos impede de nos manter e tirar tempo para estar longos períodos de tempo a sós com Deus em oração e na comunhão com os irmãos, isto pode nos custar a nossa vida, assim sendo, até mesmo uma atividade missionária muito intensa, um estudo da Bíblia muito intenso, orações e cultos na igreja ou familiares muito intensos, sem tirarmos longo tempo para estar a sós com Deus em conversações  e meditações profundas com Este Deus, todas estas “boas” coisas deslocadas do seu devido lugar, podem nos custar a nossa vida e, o pior de tudo, a nossa vida eterna. QUE ASSIM NÃO SEJA = DESAMÉM! Lc. 20:16.

 

Parte de quinta feira. “Ide...fazei discípulos.”

Quando Cristo disse que Lhe fora dado todo o poder ou autoridade no Céu e na terra, estava se referindo a Sua autoridade e poder adquirido pelo processo da Sua encarnação, vivência como Filho do Homem na terra com Suas tentações e vitórias, a Sua morte e ressurreição e a Sua apresentação ao Pai Celestial para oficialização destes Seus direitos adquiridos nestes ministérios, inclusive o direito, autoridade e poder de ministrar estes poderes, autoridade e direitos adquiridos como Sacerdote e Sumo Sacerdote no Santuário Celestial; antes da encarnação, antes da Sua vivência na terra como Campeão Olímpico sobre todas as tentações, antes de Sua morte e ressurreição, Ele, Mesmo Sendo Deus Onipotente e Todo Poderoso, não possuía esta autoridade, este poder e este direito, e, não devemos esquecer que, havia uma possibilidade de fracasso da parte Deste Ser divino-Humano, em Sua missão neste mundo e, neste caso, DEUS NÃO TERIA ESTE PODER, ESTA ATURORIDADE, ESTE DIREITO e nós e, quem sabe, todos os habitantes dos mundos não caídos, estaríamos todos condenados a destruição e reina eterna, juntamente com o nosso querido Salvador, o Filho de Deus e Filho do Homem. Cristo não recebeu este poder, esta autoridade e este direito, propriamente dito, das mãos do Pai Celestial, mas adquiriu-os, conquistando-os, por Seu próprio sacrifício em se tornar homem, em vencer como homem todas as tentações, em morrer como Divino-Humano e em ressuscitar ao terceiro dia e, neste caso, longe de ter perdido alguns de Seus atributos de divindade, ao encarnar, Ele adquiriu mais poderes, mais direitos, mais autoridade; é nestes aspectos que devemos entender as Suas palavras:” É Me dado todo o Poder no Céu e na terra.”

Ide e fazei discípulos. Ver a nota desta pergunta nesta pág. 06. Segundo esta nota, nós não devemos batizar para salvar, mas, salvar para batizar, batizar aqueles que Cristo salvou e já são discípulos obedientes a Jesus; aqui, graças a Deus, a pirâmide está em pé e na posição certa!

Pequenos fragmentos.  Pág. 114, em esboço do aprendizado.

I. b. Conhecer: fé em ação. Note o seguinte: O perdão de Cristo não depende da fé de terceiros e outros seres humanos, isso  está cheirando a confissão auricular para se conseguir perdão, o perdão de Cristo é concedido exclusivamente através de uma fé que é um dom de Deus a todos os seres viventes e, é através desta fé individual, que o homem recebe, também o dom do arrependimento e, ao arrepender-se, é declarado justo independentemente de suas obras quando apela para o Seu Substituto, Salvador e Penhor, Jesus Cristo, todo este processamento ocorre diretamente entre a alma e Deus, sem intermediários. Toda a ênfase precisa ser dada ao poder das orações intercessoras de Cristo!

2 – A. Sentir – A fé que “move” o coração de Deus. É Deus que move o nosso coração para termos fé.

3,B. Os que se encontram paralisados por pecados passados. E os que se encontram paralisados por pecados presentes? Naturalmente, estes, também, estão incluídos nesta certeza, desde que aceitem o antídoto para o seu mal, ou seja, o Sangue de Cristo.

III. fazer: Levar os outros a Jesus. Foi pelo poder e operação do Espírito de Cristo que as barreiras existentes entre aquele paralítico e Cristo, foram quebradas, se não tivesse existido nenhum daqueles amigos daquele paralítico, Jesus, que já tinha estado na casa dele em Espírito, teria ido pessoalmente em busca daquela alma e, isso é o que deve ser focalizado e evidenciado; a ação humana tem o seu lugar, mas não deve ser centralizada em nossas mensagens.

B – É Jesus que eleva as almas a Ele Próprio, a nossa função é apenas indicar o Mestre; repito que Jesus teria ido até aquele paralítico que já estava sendo atraído por Ele Mesmo quando ainda se achava em sua casa.

Pág. 116 e 117 – Amar o próximo como a ti mesmo – A grande novidade interpretativa de Cristo sobre este assunto está em Suas Palavras em João 13:34.

Que o nosso discipulado seja um discipulado em ação, movido sempre

 


Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.

Estado de S. Paulo.Brasil.

Classe Universitários

www.oestadio.com/escola.shtml

 

El Profesor Gilson Nery, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática

 


 

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