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A Experiência do discipulado

Lição 8

16 a 23/02/2008


Jesus Cristo como o Fator e O Elemento Central no discipulado, é que concede a experiência vital a este magistério da igreja, qualquer tendência à descentralização da Pessoa de Cristo e Suas funções redentivas e ministeriais no Santuário Celestial, por menor que seja, afeta drasticamente a experiência no discipulado, neste aspecto é pecado ser calmo e desapaixonado. Comp.C/ TS, 1, 231:3. Precisamos ser “extremamente” zelosos em manter esta centralização da Pessoa de Cristo e Suas funções, para que haja vida  abundante, amor abundante e poder abundante no discipulado e, conseqüentemente, em cada discípulo deste departamento da obra de Deus. Cristo precisa urgentemente, ser considerado o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, em cada pensamento, em cada palavra, em cada mensagem e em cada ato da nossa vida, para que haja um discipulado vivo e poderoso na igreja em uma igreja que deve aparecer como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exército com bandeiras. Comp.C/ Cant. 6:10. Toda tendência de descentralização da Pessoa do “Astro Rei” do nosso sistema de discipulado, deveria ser veementemente vigiado e combatido, combatido como uma doença extremamente contagiosa, porque a causa de todas as causas da fraqueza do discipulado da igreja em geral, reside neste ponto, e, enquanto estivermos combatendo os efeitos e não as causas das doenças da igreja, teremos uma igreja e um discipulado cronicamente, cada vez mais afetada por doenças terminais e, humanamente falando, incuráveis.  A experiência vital do discipulado depende da Pessoa de Cristo vivendo em cada discípulo e, não, propriamente dito, por cada discípulo vivendo em Cristo; precisamos nos lembrar sempre, que é impossível da nossa parte, segurar a mão de Deus, é preciso, com a Sua graça, permitir que Ele segure em nossas mãos ( Isa. 41:13 ) e, em certos aspectos do plano da redenção, deixar que Ele nos carregue em Seus braços eternos. Dt. 33:27;Isa. 40:11 e, note esta jóia do texto bíblico : “Ele achou Israel em terra deserta, entre uivos de feras e vendavais. Cuidou bem do Seu povo, com todo carinho, como se ele fosse a menina dos olhos do Senhor! Abriu as asas sobre os filhos de Israel, como a águia faz com seus filhotes. Como ela carrega os filhotes em cima das asas, o Senhor levou o povo que escolheu. Assim, Israel foi guiado pelo Senhor e só por Ele! Nenhum falso deus estava junto.” Dt. 32:10-12. Bíblia Viva; Comp.C. Apc. 12:14. É verdade e óbvio que Deus nos deu pernas e pés para andarmos, mas, também, é uma realidade que em certas circunstâncias, em nossas jornadas para a Cidade Eterna, esta caminhada precisa ser substituída por viagens aéreas sob Suas asas e em Seus braços eternos; as vezes as nossas pernas estão tão cansadas com as subidas acidentadas desta jornada, que chegamos ao ponto de desfalecimento e é nestas ocasiões que os braços eternos e as poderosas asas eternas da Grande Águia, nos dá uma abençoada e carinhosa  “carona,” até que nossas pernas recuperem as suas energias e possamos fazer uso delas para dar continuidade a caminhada; o discipulado e todo discípulo precisa se conscientizar destes recursos divinos disponíveis a todos para que nos momentos de desfalecimento, permitam que Deus nos leve sob Suas asas e braços eternos. Amém!

Verso para memorizar: Note estes pontos chaves: Querer; ( se alguém quer vir ); Negar-se; tomar a cruz; seguir. Vamos colocar pela ordem:

1 – Querer – A Bíblia diz que Deus é que opera em nós o querer, Fil. 2:13; note, não opera “por” nós, mas “em” nós, isso significa que Ele nos ajuda em nossas decisões, considerando que o nosso dispositivo mental  foi drasticamente enfraquecido pelo pecado.

2 – Negar-se a si mesmo – Nós sabemos que o nosso maior inimigo somos nós mesmos e, para termos condições de realizar esta proeza, precisamos permitir que Cristo viva em nós ( Gl. 2:20, Ele vivendo “em” nós ( não “por” nós ), nos ajudará a negarmos a nós mesmos.

3 – Tomar a cruz – Note que em Fil. 2:13, o texto menciona, também, o efetuar; é pela operação divina “em” nós que, também, temos condições de tomar a nossa cruz, ou seja, nossas responsabilidades como discípulos neste discipulado. Cristo viajou milhares de anos luzes, para vir bater na nossa porta com o Seu convite para irmos a Ele e tomarmos o Seu jugo e o Seu fardo os quais se tornarão leves e suaves ao aceitarmos o Seu convite para estarmos permanentemente com Ele. Mt. 11:28-30.

4 – Seguir – Agora estamos em condições de usar as nossas pernas que são dons de Deus, para seguir a Cristo aonde quer que Ele vá, lembrando-nos sempre que nos momentos de extrema estafa, Ele nos levará em Seus braços Eternos e sob Suas asas eternas. Amém!

 

Parte de domingo. O Pão da vida.

Perg. 01 – Jesus Cristo é o Pão da Vida porque Ele é a Ressurreição e a Vida ( João 14:6), Ele tem vida Própria não emprestada não derivada, Ele em Si Mesmo é vida, Ele é o Autor da vida de todo o Universo, não somente do nosso mundo ( Cl. 1:16-17 ); Todas as coisas foram feitas por Ele, e nada do que foi feito, foi feito sem Ele.” João 1:3. Trad. Figueiredo. Para nós Ele é o Pão Vivo que desceu do Céu ( João 6:50-51 ), para o restante do Universo, Ele é o Pão Vivo que sempre esteve no Céu. Para nós seres humanos Ele é o Pão mais chegado porque Ele é Humano como nós, a Sua carne é a nossa carne, os Seus ossos, os nossos ossos, Ele é parte do nosso ser e, nenhum outro ser em todo o Universo possui este privilégio de possuir esta constituição física do Rei dos reis e Senhor dos senhores, somente nós seres humanos, por este motivo podemos dizer: Ele é mais pão para nós do que para os nossos irmãos galáticos e extraterrestres; em certos aspectos, nós, seres humanos que O aceitamos como o Pão Vivo, temos mais condições de assimilar Este Pão porque somos carne da Sua carne e ossos dos Seus ossos, nenhum anjo tem este privilégio, nenhum habitante do outros mundos tem este privilégio, e, jamais terão em todas as eternidades.

Jesus Cristo é o Pão Vivo para todo o Universo, porque todos dependem Dele para viver e todos são beneficiados por Sua redenção feita na Cruz, nós fomos salvos do pecado e sua condenação eterna, eles foram salvos de pecar; mas para nenhum deles Este Pão da Vida é tão assimilável como é para nós pelos motivos apresentados acima.

Note que Cristo disse que devemos comer a Sua carne para termos a vida eterna já na presente vida ( João 6:54 ) e sermos ressuscitados no último dia, isto significa que na nossa morte, nós apenas perdemos totalmente a nossa consciência e a noção do  tempo e de todas as coisas, momentaneamente ( é apenas um piscar de olhos, na proporção da eternidade ), mas, note bem, passamos este brevíssimo período de tempo, ou piscar de olhos, já de posse da vida eterna porque esta vida eterna nos concedida quando aceitamos Cristo a Ressurreição e Vida, fica escondida com Ele durante o tempo em que passamos dormindo o sono da morte, assim é que, quando contemplarmos as sepulturas dos nossos queridos, lembremo-nos de que as chaves destas sepulturas se encontram nas mãos Deste Príncipe da Vida ( Apc. 1:18 ), porque eles dormiram em Cristo alimentados pelos nutrientes divinos humanos Deste Pão Vivo que desceu do Céu, por este motivo e por terem descido as suas sepulturas de posse da vida eterna, não poderão serem retidos lá por tempo indeterminado; a segunda morte não pode ter domínio sobre eles porque ela foi vencida pelo Príncipe da Vida.

Uma palavrinha sobre o cristo feito de farinha de trigo. A Bíblia diz que o Verso Se fez carne e não farinha de trigo e, também, Ele não Se fez trigo para depois ser transformado em farinha e a seguir em pão, Ele Se fez carne e permanecerá assim eternamente; imaginem um ser humano ( sacerdote do Clero Católico ) processando com palavras, orações e invocações, esta farinha de trigo, em Corpo, Alma, Sangue e Divindade do Criador da Vida e Deus Todo Poderoso???!!!???; Ele Se fez, não foi feito, e, muito menos a partir de uma pequena quantidade de farinha composta com água e processada por seres humanos pecadores; a Sua Carne é comida e devemos comê-La, mas isso, obviamente e mais que obviamente, é em sentido figurado; certa vez Cristo disse que Ele é a Porta do curral das Suas ovelhas (João 10:7 e 9), mas será que literalmente falando, Jesus é uma Porta? Assim como Jesus não é uma porta de curral de ovelhas, embora Ele tenha dito que seja, assim, também, Ele não é   pão de farinha de trigo processado e transformados por intermédio de seres humanos em rituais e sacramentalismos sacerdotais humanos e, também o Seu Sangue, literalmente falando, não é bebida. É linguagem figurada, queridos e amados Católicos!

Perg. 02 –O propósito da vinda de Cristo foi selar oficialmente ( Não somente oficiosamente, como acontecia antes da Sua morte )com a Sua morte, ressurreição e ministério Sacerdotal e Sumo Sacerdotal no santuário Celestial, o direito de termos já no presente, a vida eterna apesar de um breve cochilo ou intervalo na morte da qual ressuscitaremos para a manhã  eterna da vida sem fim, este foi o propósito da Sua primeira vinda, Ele veio semear as sementes que produziriam frutos para a eternidade e, que, em Sua segunda vinda, agora nas nuvens dos céus, virá colher estes frutos. Ver Apc. 14:14-16;Mt. 13:39.

 

Parte de segunda feira. As crianças e o discipulado.

Com que idade se inicia ou deve se iniciar o discipulado de uma criança? Em seu aspecto educacional, este discipulado deve se iniciar na pré-gestação e durante todo o período desta e posteriormente, na idade berçaria, infantil, juvenil e adolescente, este são, na realidade, as fases básicas do discipulado das crianças; o outro aspecto, é a característica natural de uma criança-criança e que recebeu as devidas instruções do discipulado infantil desde o início de sua gestação, isto precisa ser assim porque existem crianças que são verdadeiras serpentes venenosas desde o ventre e que são piores que um adulto, embora muitas destas nasçam de novo e se tornem santos do Senhor, como Jacó. Comparar com Gen. 25:2226;32:28;Os. 12:3-5.

Perg. 03 – As crianças também brigam por motivos egoístas e competem entre si pela posse dos seus pertences, seus brinquedos, seus animais de estimação, etc; creio que Jesus estava falando de criança-criança moldada desde o ventre pelo Espírito do Senhor e instruções de Sua Palavra.

 

Parte de terça feira.  A transfiguração e o fracasso.

Perg. 04 – As três “coisas.” 

1 – A voz de Deus dando testemunho a respeito da divindade e filiação de Jesus.

2 – A divindade e glória própria de Jesus que nesta ocasião irrompeu de Si Mesmo indo ao encontro da divindade do Pai Celestial.

3 – O assunto de Moisés e Elias sobre a Sua morte na Cruz. Lc. 9:30-31.

Note o seguinte: Nenhuma visão ou aparição, mesmo que sejam verdadeiras, devem substituir o Assim diz o Senhor do Cânon escrito da Palavra de Deus e, a transfiguração não tinha este objetivo, a fé e a crença dos discípulos deveriam estar estabelecidas nas Escrituras hebraicas canonizadas por Esdras e Neemias, a visão da transfiguração foi apenas uma forma de dirigir a atenção dos discípulos para a veracidade das Escrituras, a estas eles deveriam está atentos como uma luz que alumia em lugar escuro, veja este testemunho sobre este aspecto do próprio Pedro que foi uma das pessoas que estiveram com Cristo envolvidos por esta transfiguração no monte: “...Nós fomos testemunhas oculares da Sua majestade, porquanto Ele recebeu de Deus Pai honra e gloria, quando pela magnífica Glória Lhe foi comunicada esta voz: Este é o Meu Filho dileto em Quem Me agrado. Nós ouvimos esta voz do Céu comunicada, quando estávamos com Ele no monte santo. Ainda temos mais segura a palavra dos profetas, a qual fazeis bem de atender, como uma candeia que alumia num lugar escuro, até que o dia esclareça e a Estrela da Alva surja nos vossos corações... .”  II Pd. 1:16-19. Trad. Brasileira. Lembremo-nos de João Batista, que batizou o Filho de Deus, ouviu a voz de Deus testemunhando de que Aquele era o Seu Filho Amado em Quem Ele tinha prazer ( Mt. 3:16-17 ), e que, algum tempo depois mandou seus discípulos perguntarem a Jesus “se” Ele era de fato o Messias que havia de vir ou se deveria esperar outro. Veja Mt. 11:1-3.

Existe uma bem-aventurança para os que não viram e creram ( João 20:19 ), e uma oração Sacerdotal de Cristo a respeito dos que cressem pela Palavra de Deus ( João 17:20 )e, devemos nos lembrar que Jesus sempre apresentava a Palavra de Deus escrita, como Suas credenciais como o Messias das profecias. Veja Mt. 4:4,7,10;Lc.4:16-21;24:27,44,46; etc, e, não basicamente, os Seus milagres, sonhos, visões ou aparições misteriosas e sobre naturais. Em João 11:40, lemos as Palavras de Cristo nos informando que precisamos crer para ver e não ver para crer, e, isso precisa ser assim com base em uma crença Escriturística; Veja mais João 5:46-47. Note o que Jesus diz neste último texto: “Se crêsseis em Moisés ( os Escritos de Moisés ), crerieis também em Mim, pois ele escreveu a Meu respeito, mas, se não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas Palavras?” Deste valioso e precioso contexto, concluímos que os olhos da fé, alicerçados na Palavra escrita de Deus, são mais confiáveis do que os olhos do nosso físico, contemplando visões e aparições.

Perg. 05 – Ver comentário acima.

 

Parte de quarta feira. O discurso no Monte das Oliveiras.

Perg. 06 – Note o seguinte: Uma grande parte destes sinais, ou quase todos, ocorreram no remoto passado, tais como: Guerras e rumores de guerras; terremotos; fomes e pestes; falsos cristos e falsos profetas e etc.; mas existem alguns sinais do fim e da volta de Cristo, que nunca ocorreram no passado, como: guerras mundiais, indicadas pelas palavras: Nação contra Nação reino contra reino ( Mt. 24:7 ); O logo depois da aflição daqueles dias ( 1260 anos de Apc. 12:14;13:5;Dan. 7:25;12:6-7;Apc.10:5-7 ), associados aos acontecimentos em série cronológica, ou seja, o grande terremoto, 1755 d.C. ( Apc. 6:12 ); o escurecimento misterioso e sem explicações científicas, do sol; 1780 d.C. ( Mt. 24:29;Apc. 6:12 ); a queda de meteoritos, 1833,d.C. (“estrelas” ); o escurecimento misterioso da lua; 1780 d.C. Note o seguinte: a importância destes acontecimentos preditos na profecia, é a seqüência em que estes ocorreriam e nesta seqüência e ordem estipulada pela Bíblia, nunca na história do nosso planeta, estes ocorreram, não esquecer, é a seqüência e ordem que valem como sinais da breve volta de Cristo. Nós estamos vivendo no sexto selo apocalíptico e Jesus virá neste sexto selo, a Sua vinda é o próximo acontecimento deste selo. Veja Apc. 6:14-17; no sétimo selo Jesus já está por aqui nas nuvens dos céus com todos os santos anjos, quando haverá um silencia no Terceiro Céu, porque todos viajaram para as cercanias do nosso planeta. Veja Apc. 8:1. A multiplicação da ciência teológica das profecias de Daniel, assim como da ciência tecnológica, nunca em tempo algum da história, foi tão estrondoso e evidente a partir do século 18 d.C.; vivemos na sétima igreja simbólica do Apocalipse; no sexto selo; e na sétima trombeta e, estas evidências nunca existiram em toda a história da humanidade, como duvidar de que a Vinda de Cristo será logo? Vivemos na época em que todos os limites concedidos por Deus para a humanidade, estão esgotados, temos a impressão de que estamos vivendo em tempo emprestado. Ora vem Senhor Jesus.

 

Parte de quinta feira. Levando a cruz.

Perg. 07 – Tempos, circunstâncias e conceitos errôneos. Os falsos conceitos desviaram a atenção do povo ( já bem aferrado a conceitos errôneos ) a respeito da obra do Messias em Sua primeira vinda, os próprios discípulos teriam prejudicado a obra, se Cristo os liberassem naquelas circunstâncias e naquele momento crucial da Sua vida, para uma divulgação aberta e segundo este conceito deles a respeito do Messias e Sua obra naquele momento e desenrolar daqueles últimos acontecimentos da Sua vida aqui entre os homens; embora devamos pregar o Evangelho em tempo e fora de tempo, precisamos nos vigiar para não apresentar este Evangelho de Cristo fora dos seus legítimos contextos. Observe que Cristo falava abertamente sobre o Seu sacrifício da Cruz. Ver Mc 8:31-32.

Perg. 08 – Em primeiro plano, Cristo não estava falando com Pedro, nesta ocasião, mas sim com Satanás. Ver DTN 403:1. Cap. A Previsão da Cruz.

Que pelo poder da graça de Cristo possamos possuir uma experiência cada vez mais íntima com o Pão da Vida, assimilando assim o poder do Seu sangue e de Sua carne crucificada por nós e que por este poder, todos os nossos fracassos sejam transformados em degraus na Escada do sucesso que é Jesus Cristo o Pontífice e Sumo Pontífice que nos leva ao Trono da graça e da Glória. Amém!

 


Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.

Estado de S. Paulo.Brasil.

Classe Universitários

www.oestadio.com/escola.shtml

 

El Profesor Gilson Nery, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática

 


 

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