
Padrões de discipulado


23 a 29 / 03 / 008
Jesus Cristo é o Autor e Consumador de todos os padrões de discipulados que estejam alinhados e aferidos pelas normas estabelecidas nas Sua Palavra escrita e, em Suas orientações ministradas pelo Seu Vigário, o Espírito Santo, à Sua igreja durante sua história; neste aspecto, teríamos que mudar o título desta lição, do plural para o singular e dizermos: O Padrão do discipulado, ou seja, toda a revelação dada por inspiração do Espírito Santo em Sua Palavra escrita e, mais a Sua lei, que não foi dada por inspiração, mas sim por escrito de Seu Próprio punho. Ver, II Pd. 1:19; II Tim.3:16-17; Dt. 4:13;9:9-10. Jesus Cristo é a Personificação deste padrão, Ele é, em Si Mesmo, este padrão, porque Ele é a interpretação máxima e pratica de todas as leis que devem nortear a nossa vida, mas, em um sentido especial, a lei de Deus foi escrita por Ele Próprio e não dada por inspiração, para que nos conscientizemos de que esta é tão eterna como Ele Próprio e que, pela Sua graça, teremos condições de guardar a todos os seus mandamentos. Se optarmos pelo título, O discipulado padrão, teríamos que definir a questão como segue: Uma igreja revestida integralmente com a luz do Sol da Justiça ( Apc. 12:1;Ml.4:2;Jr.23:5-6 ) sem nenhum traço, por mais ínfimo que seja, de justiça própria e, revestida da plenitude do Espírito Santo, cheia desta plenitude e, transbordando esta mesma plenitude ( João 4:14;At. 1:8;Lc.24:49;At.2:1-4 ), possuindo assim, o testemunho do Espírito de Profecia, a fé em Jesus, a fé de Jesus e, por meio desta fé e graça de Cristo, guardando os mandamentos da lei de Deus e assim sendo, ensinando-os na íntegra, aos homens; este discipulado assim descrito acima, seria o que podemos chamar de um discipulado padrão e preparado para ter os seus discípulos glorificados, imortalizados e incorruptíveis, em um momento num abrir e fechar de olhos, um pouco antes da vinda de Cristo nas nuvens do céu; para reduzirmos em apenas uma palavra sobre o que seja o padrão de discipulado, esta Palavra é JESUS e, o discipulado padrão é aquele que reflete fielmente a Sua imagem perante o mundo.
Verso para memorizar: Não devemos espiritualizar e simbolizar tudo que Jesus falou sobre os sinais que prometeu que acompanhariam o Seu discipulado e discípulos em suas atividades missionárias, quando Ele menciona a cura dos enfermos e o ressuscitar os mortos, não quer dizer apenas que estes sinais maravilhosos, se cumpririam em um sentido figurativo e espiritual, para definir plenamente esta questão, basta recapitularmos as Suas atividades missionárias as quais sempre estiveram repletas de curas, tanto da alma como do corpo, e partindo deste contexto, inferimos que quando Ele menciona a ressurreição dos mortos, Ele não estava referindo-se apenas a mortos no pecado, mas, também, a mortos literalmente falando, e, visto como Ele afirmou que, em um sentido quantitativo, os seus discípulos fariam obras iguais e até maiores do que Ele fez, a ressurreição de mortos, por exemplo, teria que ser em numero maior que os que ocorreram em Sua vivência aqui na terra. João 14:12.
Existe um perfeito sincronismo entre Mt. 10:8, com João 14:12 e Mc. 16:17-18 e com os atos dos apóstolos, registrados pelo dr. Lucas em seu segundo tratado que registra o cumprimento da promessa sobre os sinais que acompanhariam as atividades apostólicas. Perguntamos: por que se tornaram tão raros estes sinais deste porte, através da história posterior à época dos apóstolos e durante estes 2000 anos aproximadamente? Por ventura Jesus Cristo não é mais o Mesmo ontem, hoje e eternamente? Ou é o discipulado que não é mais, desde então, o discipulado padrão? Quando Cristo organizou o Seu discipulado, inicialmente, este caminhou sincronizado com as normas divinas e, até mesmo Judas Scariotes, foi dotado destes maravilhosos dons espirituais, mas o comportamento de todos mudou, e, a situação também mudou para pior, veja Mt. 17:14-21; felizmente houve uma reforma neste discipulado logo depois da ressurreição de Cristo, e antes do dia de Pentecostes. Veja DTN 791:2 e 3, oitava Ed., cap. Ensinai a todas as Nações; mas, infelizmente, a igreja entrou em declínio e aconteceu a grande apostasia profetizada por Paulo ( II Tes. 2:1-4 ) e, profetizada pelo profeta Daniel e João na Ilha de Patimos; Dan. 8:12;7:25;Apc. 13:5 e Atos 20:29-30. Houve uma reação positiva no discipulado na reforma protestante do Séc. XVI e na história do Adventismo do Séc. XIX, mas, como disse Jesus em Apc.3:14-16, este discipulado, também, entrou em estado de declínio espiritual, causando repugnância à Testemunha Verdadeira e Fiel, e, como diz o Espírito de Profecia, este discipulado deixou de seguir a Cristo seu Guia, e está constantemente retrocedendo rumo ao Egito, e, o que é pior, a opinião geral é que a igreja está florescendo. Ver e comparar, Serviço Cristão, pág. 38:5 e 39:1 e, também, pág. 45:1. Note mais estas palavras da inspiração: “Os princípios Celestes que distinguem os que são um com Cristo dos que se unem ao mundo, torraram-se quase indistintos. Os professos seguidores de Cristo não são mais um povo separados e peculiar. A linha de demarcação é imperceptível..., Diariamente a igreja está se convertendo ao mundo...” . Paráb. 315 e 316. Esta é a causa básica e verdadeira do por que que temos hoje um discipulado fraco e deficiente do poder Pentecostal genuíno e apostólico, embora a maioria queira tapar o sol com a peneira, os furos desta peneira são imensos. Agora a pergunta: Por que, na realidade não se cumpre em nós, em sua plenitude, Mt. 10:18;Mc.16:17-18 e João 14:12? Veja a resposta complementar em Medicina e Salvação, de Ellen White, pág. 16:2 e 3;Mens.Esc. 2,52:7;DTN 791:2 e 3 e 797:1; oitava Ed., cap. Ide e Ensinai, e TS, 3, pág. 254:2. Este último texto nos mostra porque existe fraqueza e falta de força no discipulado.
A igreja, como um sistema organizacional, será substituída por outra por causa deste estado precário existente em seu seio? Resposta: Não, absolutamente não! O que vai acontecer será que, os membros desta igreja que não se reformarem, serão rejeitados e separados desta organização e deste discipulado, por uma intervenção direta de Deus, e, o último remanescente ficará e receberá a plenitude Pentecostal genuíno e apostólico e o mundo todo será iluminado com a glória do Evangelho Eterno, e Cristo virá buscar-nos para a Sua Cidade Eterna. Amém!
Parte de domingo. Compaixão e perdão.
Perg. 01 - O quadro da situação do povo escolhido de Deus, por ocasião da época de Cristo, era um verdadeiro contraste daquele que existia quando Israel era uma teocracia e Deus era o seu Rei; a respeito deste tempo, diz a Escritura Sagrada: “Entre suas tribos não houve um só enfermo.” Sl. 105:37, e, até mesmo as suas vestes e sandálias não se envelheceram durante os 40 anos de peregrinação pelo deserto, ( Dt. 29:5 ), cumprindo-se assim a risca a promessa divina registrada em Exd. 15:26;23:25 e Dt. 7:15. Israel não quis viver pela fé como que vendo o Invisível ( Heb. 11:27;I Tim. 1:17 ) e, pediu para si um rei visível como o de todas as Nações mundanas ( I Sam. 8:5-6 ), e a história deste povo e os seus substitutos visíveis, foi uma série de desastres culminando com a invasão romana no ano 66 d.C., em um período de cerco de 4 anos e, por fim a destruição do seu templo e Cidade, no ano 70 d.C. e, durante a sua história posterior, quanta penúria, quanta desgraça ocorreu a este povo! No século 20, o grande holocausto de cerca de seis milhões de judeus e, hoje, vivem um drama de guerras sucessivas em seu território, que, na concepção divina, não é mais seu. Depois de terem rejeitado o seu Rei, Ele, durante toda a sua história, procurou ajudá-los para que fossem bem com os seus reis, mas a maioria deles não correspondeu a este amor e, finalmente, Este seu Rei veio morar com eles em Pessoa e eles O crucificaram e, mesmo no ato de Sua crucificação, Ele lhes ofereceu o Seu perdão e compaixão ( Lc. 23:34 ), mas o Estado de Israel já tinha feito a sua imbecil, idiota e asquerosa escolha, ou seja, César e Barrabás, e, César e Barrabás, teriam enquanto o tempo durasse. Adaptado de Gilson Nery, de DTN 710:3, porém, conquanto Deus não aceite mais este povo como uma Nação teocrática e Nacional, todos os israelitas em um sentido individual que aceitarem o Verdadeiro Messias das profecias, serão aceitos como membros de Sua igreja e candidatos a serem súditos do reino Deste Messias, e, Este não pode ser outro senão Jesus Cristo o Único que cumpriu todos os requisitos das profecias Messiânicas.
Perg. 02 – Note este “se”, ( se ele arrepender-se, sete vezes ao dia, 70X7, etc. ), perdoa-lhes; precisamos buscar em primeiro lugar o perdão de Deus, para que, uma vez perdoados, tenhamos perdão para dar; como dar aquilo que não possuímos??? Creio que deveríamos orar a oração do Pai nosso, com estas palavras: “Perdoa-nos as nossas dividas para que possamos perdoar aos nosso devedores,” mas se, depois de perdoados, não perdoarmos aqueles que nos devem, perderemos a bênção do perdão já recebido de Deus. O amor de Deus é incondicional, mas o Seu perdão não é incondicional, mas, esta condição é subseqüente e não precedente, o homem é perdoado para perdoar e não, perdoa para ser perdoado, essa seria uma tarefa impossível para ele; somente o perdoado tem perdão para dar perdão; geralmente esta pirâmide fica sempre de cabeça para baixo nas pregações dos missionários evangélicos, quando pregam que precisamos perdoar para sermos perdoados, isto é justificação pelas obras humanas.
Parte de segunda feira. Os excluídos e marginalizados.
Nota: O lugar da mulher era em casa. Note o seguinte: A mulher é insubstituível no lar, mas como rainha do lar e em todos os recantos da casa e do lar, ou seja, seu reino, tirem ela deste reino, e sobrará apenas um dormitório onde marido e mulher se encontram no fim do dia para dormir e serem usados um pelo outro para fazer sexo e outros afazeres vazios da verdadeira felicidade; o lugar dela, portanto, não é apenas na casa, mas, especialmente, no lar e no coração do marido e dos filhos, e, nunca, mas nunca mesmo, como uma serviçal e, nem mesmo coisa parecida. A humanidade sempre está saindo de um extremo para outro extremo!
Petg. 03 – Em primeiro plano, o objetivo desta parábola é mostrar que Israel, o rico da parábola, como depositário das riquezas do conhecimento de Deus e Seus ensinamentos, não cumpriu a sua missão de repartir com os gentios, o pão da vida, ou seja, o alimento para a alma e a mensagem da salvação a estes gentios que viviam à sua volta ( a sua porta ), mendigando as migalhas que caiam das suas fartas mesas ( Mt. 15:26 ) deste conhecimento. A linguagem é figurada e parabólica, assim sendo, não faz sentido aplicar todos os detalhes desta parábola como sendo em sentido literal. Em Juizes 9:8-20, por exemplo, é nos dito que certa vez as árvores se reuniram em um pleito eleitoral para discutirem sobre qual destas árvores deveria reinar sobre as demais árvores. Ver Juizes 9:8-15; será que existiu, literalmente, esta reunião de árvores? A Bíblia, também diz, que o espinheiro do Líbano exigiu que o Cedro desse a sua filha por esposa ao seu filho. II Reis 14:8-9 será que isto ocorreu literalmente falando?; Jesus disse, certa vez, que Ele era uma Porta de curral de ovelhas, João 10:1 e 9 , mas, Jesus é uma porta de curral?; Ele também disse que o reino do Céu é semelhante a um grão de mostarda; Lc. 13:18-19, mas como achar semelhanças literais entre o reino do Céu e um grão de mostarda? Será que teremos que ser transformado em micro organismos para morar em um espaço tão pequeno como um grão de mostarda???!!!; também está escrito que o reino do Céu é semelhante ao fermento que uma mulher escondeu em três medidas de farinha, etc., será que, literalmente falando, o reino dos Céu possui alguma semelhança com estas coisas? Ele afirmou, também, que nós somos o sal da terra; ora, eu nunca vi e, acho que, também nunca ninguém viu em todas as histórias ou estórias, alguém parecido com sal; trata-se de figura de linguagem parabólica e, nestas figuras de linguagem, os símbolos nem sempre são realidade, mas apenas desempenham papel ilustrativos, as vezes, totalmente adversos das figuras em si que aparecem no palco das representações de uma parábola. Note o seguinte: não é pecado ser rico, desde que sejamos ricos-ricos e não rico-pobres, por outro lado, não há nenhum mérito em ser pobre –mendigo, e nem mesmo que ele seja um mendigo-rico; aquele rico da parábola deveria ter assistido o mendigo doente em suas carências e assim ele seria considerado por Deus, um rico-rico, sem o considerá-lo justo com base em suas boas obras. Jesus é o Príncipe dos príncipes das Coortes celestiais e infinitamente mais rico do que qualquer ser em todo o Universo, mas mesmo assim sendo, nem mesmo esperou que o mendigo viesse à Sua porta, foi Ele que descendo do Seu pedestal e riquíssimo trono, veio á porta do mendigo (Apc. 3:20) para oferecer das Suas riquezas à este desgraçado, miserável, pobre e nu, para que se tornasse um rico-rico; esta é a maior lição da história de todo o Universo, sobre o não fazer distinção de classes.
Perg. 04 – Nem fariseus , nem grandes pecadores conivente com o pecado; o publicano foi justificado, mas foi justificado para deixar a sua vida de desonestidade e não para permanecer nela, mas, também não foi justificado para ser um fariseu, e, o fariseu deveria ter se humilhado como fez o publicano, para ser salvo do seu fariseismo; em Cristo Jesus nós podemos ser considerados justos, mas a única justiça que podemos apresentar diante de Deus é a justiça de Dele Próprio e nem um ínfimo ou átomo da nossa justiça, como apresentar algo que não possuimos???, assim é que, nós oraremos assim: Graças Te dou ó Deus pela justiça de Cristo imputada em mim sem, absolutamente, nenhuma espécie de obras da minha parte.
Parte de terça feira. Diversidade e discriminação.
Note o seguinte: Contatar a todos com a mensagem de salvação e, oferecer os nossos préstimos a todos, é uma coisa, manter amizade íntima e associação com o conselho dos ímpios (Sl.1:1), é outra coisa, nós precisamos ser um povo distinto sem fazer distinção de classes em nossas filantropias e em nosso evangelismo.
Perg. 05 – Uma das piores maldições que caiu sobre o povo de Deus foi aquela mistura de gente pagã que saiu do Egito com este povo. Veja PP 400:4-5;395:2;396:3;397;324,325 e 327:3; estes deveriam terem se convertido lá no Egito ao presenciarem as manifestações do poder do Deus Verdadeiro, mas não atenderam a estas evidências, e, o povo de Israel os aceitou em seu seio com “casca e tudo.” Não está acontecendo hoje o mesmo em nossa igreja? Sim, está!
A mulher etíope que Moisés escolheu para esposa. É preciso considerar que aquela mulher era uma descendente de Abraão e adoradora do Verdadeiro Deus. Ver PP 400:4 e 5.; Bate Seba, apesar de todos os problemas e pesares, se converteu a Deus; O proselitismo farisaico era fermentado com o fermento das suas tradições e supertições e, assim sendo, gerava filhos duas vezes mais dignos para o inferno. Será, que em certa medida, não estamos fazendo o mesmo com os nossos achos, quando pregamos a Palavra de Deus impregnada com o nosso achismo e trazendo pessoas para a igreja preparados para o inferno e infernando a igreja de Deus? Ver sobre isso em Evang. 319:3 e 313:2, e, faça uma comparação.
Parte de quarta feira. A igreja.
Perg. 06 – Note que a Bíblia diz que Cristo possui apenas um corpo e, que este corpo tem apenas uma Cabeça, foi Ele que disse: “Edificarei “a” Minha igreja ( Mt. 16:18 ) e não “as” Minhas igrejas, é verdade que Cristo tem Suas fiéis testemunhas em todas as espécies de credos e religiões, islamitas, indianos, bramanistas, budistas, confuncionistas, fetichistas, judeus, xintoístas, hinduístas, Católicos romanos, protestantes e gregos ortodoxos, e neste aspecto, podemos dizer que existe, também, uma igreja invisível de Cristo, mas em se tratando de igreja visível institucional, organizada, existe apenas uma única igreja e, esta foi instituída à 6000 anos lá no Jardim do Edem antes da história do pecado e, era composta de apenas dois membros e, logo depois do pecado, ainda neste tempo, estes membros desta igreja que já eram guardadores do Sétimo Dia o sábado, passaram a ser Adventistas, porque passaram a aguardar o advento do Messias para salvá-los da prisão do pecado e trazê-los de volta ao seu original paraíso perdido. Esta igreja tem atravessado os séculos com varias lacunas em sua história, e, ao chegar Cristo por aqui, estabeleceu esta mesma igreja, agora, não mais como uma igreja estatal, mas como um povo entre todas as Nações, mas como um povo distinto entre estes povos.
Parte de quinta feira. O fator da oração.
Perg. 07 – Jesus é o nosso Exemplo, particularmente em se tratando da oração particular e secreta, pode ser que não possamos, como Ele, ficar de joelhos noites inteiras em oração, pois ninguém, neste mundo, depois de Adão, teve ou tem, a mesma saúde que Jesus teve, Ele foi, aqui na terra, o Segundo Adão em perfeição física, mas, podemos orar assentados, um pouco em pé, sentados, outra vez, etc e, até mesmo deitados, alguém disse que as vezes estamos sentados ou deitados, em pé ou em outra posição qualquer, mas a nossa alma está de joelhos, o importante e vital, é cultivarmos o hábito de ficar longas horas com Deus em oração de conversação e derramando o nosso coração perante Ele; precisamos aprender a “tagarelar” com Deus, Ele gosta muito que sejamos tagarelas com Ele e, isso, em uma tagarelice bem longa em nossas orações particulares a sós com Ele, disse alguém que a oração particular e secreta, é a alma ( vida ) da religião, a oração em conjunto é muito importante, mas sem que haja a oração particular e a sós com Deus, em longas conversações, estas valem pouco para transfigurar o ser humano, note que foi quando Jesus estava em oração particular, que Ele foi transfigurado ( Lc. 9:28-31 ), em nossa esfera humana, nós também podemos passar por uma transfiguração, quando permanecemos em estado de oração e meditação; por que, então, não permanecemos mais tempo, em estado de oração e conversação por mais tempo com Deus, já que este é o segredo que nos faz poderosos para vencer todos os nossos problemas e sermos vitoriosos em todas as batalhas?
Aqui está a fórmula e a espécie de oração que muda as coisas e a vida:
1 – Aquietar-se. Sl. 46:10.
2 – Entrar no aposento. Mt. 6:6.
3 – Fechar a porta. ( fechar a porta para ficar a sós com Deus, ninguém mais ).
4 – Orar ao Pai Celeste, em nome de Jesus.
5 – Derramar o coração ( desabafar ) perante Ele. Sl. 62:8.
6 – Adotar o sistema de conversação.
7 – Calar-se de vez em quando para ouvir a voz de Deus falando a nossa alma.
8 – Esperar alguns minutos em silêncio total, quem sabe Deus quer falar com você também.
9 – Meditar, pensar, imaginar em silêncio.
10 – Resultado: Se acenderá um fogo dentro de você, o fogo do poder do Espírito santo. Veja Sl. 39:3; Mt. 3:11;At. 1:5.
O nosso amém é muito importante em nossas orações, mas temos que parar um pouco em nossas orações e ficar em silêncio meditativo para ouvir o amém de Deus, este é o amém mais importante e vital e, geralmente Deus se comunica conosco nestes momentos em forma de uma impressão forte em nossa mente, ou, por uma sensação e conscientização muito forte, de Sua presença ao nosso lado, é como se Alguém chegasse de repente e Se anunciasse e, nós teremos uma forte impressão de que não estamos mais só, mas que Alguém tenha chegado para estar conosco alguns momentos e, é nestes momentos vitais e preciosos que o Espírito Santo operando em nossa mente, nos diz: Este é o caminho andai nele. Isa.30:21. Precisamos, no entanto, está atentos para distinguir as vozes que falam a nossa alma, da voz de Deus, toda voz que não fala de acordo com a voz que fala através de toda a Bíblia, em questões de princípios, fé, crença e os bons costumes cristãos, não é a voz de Deus.
Alguém disse que a meditação é a digestão da oração, assim sendo, para que possamos nos nutrir da energia que provem da Pessoa de Deus e sermos imbatíveis no bom combate da fé, precisamos meditar e não somente orar. O Salmista orou e clamou até secar a sua garganta e, parecia que o seu vazio de alma continuava e cansou-se de orar. Veja Sl. 69:3; ele orou tanto que desfaleceu de tanto orar; ele cansou de tanto ouvir apenas o seu amém e, depois de tantos vazios, ele aprendeu qual o segredo de que o mais importante na oração, não é o nosso amém, mas o amém de Deus e, para ouvir este amém, precisou entrar em estado de meditativo em silêncio e santa meditação; veja as suas palavras : “A minha alma se “fartará”...quando me lembrar de Ti na minha cama, e MEDITAR em Ti nas vigílias da noite.” Ver Sl. 63:5,6, na trad. Al. Ver. Cor. e, note bem , mais estas suas palavras: “ENQUANTO EU MEDITAVA SE ACENDEU “UM FOGO DENTRO DE MIM.” Veja Sl. 39:3. Al. Rev. Cor.; este é o fogo do Espírito Santo que degela toda espécie de gelo e depressão da alma e jamais precisaríamos de psiquiatras, psicólogos e muito menos de drogas farmacêuticas; é pelo poder deste fogo proveniente da Pessoa do Espírito Santo transmitido em nós quando estamos em estado meditativo, que ficamos INCADECENTES, brilhantes ao refletirmos o Sol da Justiça, como a alva do dia, formosos como a lua e formidáveis como um exercito com bandeiras e, imbatíveis como o nosso Comandante em Chefe, Jesus Cristo. Amém. Comp. com. Cant. 6:10;Apc. 12:1.
Pág. 167, II Os excluídos e marginalizados. Precisamos pregar o Deus Histórico e o Deus atual e Pessoal vivendo entre nós e em nós em espírito e pessoalmente, no Santuário Celestial.
Que Jesus Cristo seja o Padrão do nosso discipulado e de cada um de nós como discípulos e membros deste discipulado. Amém!
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.
Classe Universitários
El Profesor Gilson Nery, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática
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