
Missão e Comissão


15 a 22 / 03 / 008
Jesus Cristo é Autor e Consumador do discipulado do qual os seus discípulos foram, por Ele, comissionados a exercerem a difícil ( as vezes impossível ), missão de resplandecer a luz do Evangelho a todas as Nações, Tribos, Línguas e povos ( Mt. 5:16;Apc. 14:6-7;Fil. 2:15;Dan. 12:3) fomos libertados das trevas e trazidos para a Sua maravilhosa luz do Evangelho ( Cl. 1:13;I Pd.2:9), pelo poder de Deus e deste Seu Evangelho ( Rom. 1:16 )afim de sermos habilitados para esta missão como Suas testemunhas por palavras, por preceitos e por exemplo; pelo poder do Evangelho Deus nos trouxe ao Seu discipulado para que possamos receber a incumbência de sermos delegados do Rei Celestial e, somos Seus embaixadores e diplomatas da Embaixada do Céu, e, em Cristo, somos, também, descendentes diretos Deste que nos comissionou, somos missionários da Nobreza e Realeza do Reino Eterno e pertencemos a Família de Nobres das Coortes do Terceiro Céu como filhos por adoção, mas, na realidade, filhos por criação e filhos por redenção, portanto, somos filhos três vezes, por criação, por redenção e por adoção; nenhum ser em todo o Universo é tão essencialmente filho e descendente da realeza e nobreza Celestial como nós e, é com este privilégio insuperável em mente, que devemos aceitar a comissão e a missão do Pai Celestial, do Filho de Deus e do Espírito Santo para sermos embaixadores das coortes Celestiais na qualidade de filhos, aqui neste planeta com a mensagem de reconciliação da parte de Cristo. II Cor. 5:20. Nós fomos reconciliados com Deus quando ainda éramos inimigos de Deus pela morte do Seu Filho ( Rom. 5:10 ), para que, ao aceitarmos esta reconciliação, nos tornemos embaixadores desta Graça, que na realidade, é o ministério, comissão e missão desta redenção. II Cor. 5:18-20. O discipulado de Cristo aqui em nosso mundo, é o corpo diplomático da reconciliação no sentido de levarmos a mensagem desta reconciliação para os inimigos de Deus, afim de que, como nós, aceitem esta salvação já operada em favor deles, pelo Cordeiro de Deus que foi morto desde a fundação do mundo. Apc. 13:8.
Verso para memorizar: Profecias Messiânicas nas Escrituras Hebraicas.
Note o seguinte: Em seus detalhes e minúcias, existem mais de 300 profecias a respeito do Messias nas Escrituras hebraicas que se cumpriram em Jesus Cristo, eis algumas delas:
Gen. 3:15, a semente ( O Messias ) da mulher ( igreja ) que seria ferido e que, finalmente esmagaria a cabeça daquele que é a origem do mal.
Gen. 22:18: referencia a semente mencionada em Gen. 3:15 relacionada com Abraão e seus descendentes e “O” seu Descendente.
Gen. 49:10; Shilóh ( Silo ), referencia ao Messias que surgiria em sena neste mundo antes que desaparecesse todo vestígio do governo da tribo de Judá, ou seja, o seu cetro.
Dt. 18:18; O Messias seria O Profeta semelhante a Moisés, segundo esta profecia.
Isa. 49:6; O Messias, segundo esta profecia, aceitaria os gentios em Seu reino.
Isa. 9:6; Ao mesmo tempo em que o Messias apareceria como um frágil Bebê, Este seria o Deus Forte e Pai da eternidade.
Isa. 7:14; O Messias nasceria de uma donzela virgem.
Miq. 5:2; A Cidade de Belém de Judá, seria o local do Seu nascimento.
Num. 24:17; Uma estrela no céu, anunciaria o Seu nascimento.
Jr. 31:15; vestígios proféticos da matança das crianças inocentes por ocasião do seu nascimento. Comp.c/ Mt. 2:16-18.
Ageu 2:7-9; Segundo esta profecia, o templo judaico ainda estaria de pé por ocasião do aparecimento do Messias.
O ministério público e de tempo integral do Messias.
Isa. 40:3;João 1:19-23; o precursor do Messias anunciado pela profecia Messiânica.
Dan. 9:24-27 – O ano exato em que o Messias apareceria em público e iniciaria o Seu ministério de tempo integral, 69 semanas de anos a partir do ano 457 a.C. ano em que saiu a ordem para a restauração da Cidade de Jerusalém. Ver Esd. 7:7-27. O sétimo ano do rei Artarxerxes, segundo a Bíblia, é equivalente ao ano 457 da história antes de Cristo, partindo do ano completo de calendário deste rei e, esta cronologia nos leva ao ano 27 d.C, quando o Messias Se tornou oficialmente o Ungido, segundo esta profecia, ano este em que Ele já Se encontrava com cerca de 30 anos de idade ( Lc. 21:23 ), devido ao fato de existir um erro de contagem na história de quase quatro anos, porque, na realidade, Cristo não nasceu no ano 01, mas sim, no ano 04 a.C.
Sl. 41:9; Seria traído por um dos Seus amigos. ( Judas Iscariotes ).
Zac. 11:12-13. Seria vendido por 30 moedas de prata.
Isa. 52:14; A humilhação do Messias.
Isa. 53; Caráter e sofrimento do Messias.
Isa. 53:2-3; O Messias seria desprezado e rejeitado pelos homens e não obstante, justificaria a muitos.
Isa. 53:12; tratado como transgressor, mas, segundo esta profecia, faria intercessão por estes transgressores.
Isa. 53:8; Seria cortado da terra dos viventes, no entanto, segundo esta profecia, Ele prolongaria os Seus dias e veria a Sua numerosa posteridade. Verso 10.
Isa. 53:12; Seria condenado a morte como transgressor.
Isa. 53:7;Dan. 9:26, trad. Matos Soares e Figueiredo, anunciada, na Escritura Hebraica, a morte do Messias.
Sl. 22:16; a espécie e forma de morte do Messias. Veja as traduções, Matos Soares e Figueiredo, nestas traduções, veja o cap. 21:16. Crucifixão.
Isa. 53:9; note o que diz a tradução da Bíblia Viva neste texto: “Morreu ( morreria ) como Um Criminoso, mas foi enterrado junto com os ricos, ( sepultura de rico ).
Sl. 22:18, comparar com Mt. 27:34-35;João 19:23-24; este é um aspecto importantíssimo da profecia, porque menciona um detalhe sobre as Suas vestes que seria repartida entre os Seus algozes, mas que a Sua túnica seria sorteada entre eles, este pequeno detalhe cumpriu-se a risca na crucificação de Cristo, por mãos dos soldados romanos.
Sl. 16:9-10, Al. Atualizada, comparar com At. 2:22-31.
Os. 6:2-3; fragmentos proféticos sobre o terceiro dia da ressurreição do Messias.
Isa. 26:19, na tradução Trinitaria e comparar com Mt. 27:50-53. Este precioso texto profético é referente aos ressuscitados entre a morte de Cristo e Sua ressurreição. Veja Mt. 27:50-53.
Evidências indiretas e repetidas sobre o Messias nas Escrituras Hebraicas, como um Cordeiro que morreria pelos pecadores, existem mais 3.000.000 ( três milhões ) . Se considerarmos apenas dois holocaustos por dia em 4000 anos, ( Exd. 29:39;João 1:29 ) de Adão até Cristo e Sua Cruz, em se tratando da repetição destes holocaustos, representativos do Cordeiros que segundo a profecia das Escrituras Hebraicas ( Isa. 53 ), teríamos aproximadamente, 3.000.000 ( três milhões ) de vezes nas quais esta profecia simbólica foi repetida na história do povo de Deus, e, isso é, sem levarmos em conta, muitos outros holocaustos que eram oferecidos naquela época. Que ponderem bem sobre estes fatos, todos os não cristãos do mundo!
Parte de domingo. Drama e discipulado no fim dos tempos.
Perg. 01 – Em sua plenitude, este diálogo só pode ocorrer após o milênio; Nações reunidas diante Dele; separação entre bodes e ovelhas. Etc. Sobre as boas obras mencionadas por Cristo nesta ocasião, todas estas que foram praticadas neste mundo por quem quer que seja, até mesmo por ateus, antes ou depois de Cristo, foram frutos de uma salvação operada pelo Cordeiro de Deus desde a fundação do mundo e, nelas não existe uma fração de um átomo sequer de mérito para a salvação, não praticar estas obras significa rejeitar a grande obra de Cristo na Cruz, e, portanto incorrer em condenação eterna.
Nota da pergunta 01 – Ver G.C. 666:3,667:1-3; Se refere a apresentação como meio de salvação; não haverá mais tempo e graça para isso; como forma de salvação, não.
Parte de segunda feira. A comissão em Marcos.
Perg. 02 – Em Mateus não está focalizado o resultado dos ensinamentos dos discípulos em pessoas crentes no Evangelho, ao passo que Marcos registra as palavras de Cristo em se tratando destes resultados, ou seja, pessoas crentes no Evangelho; no aspecto negativo, Marcos também menciona aqueles que não cressem na mensagem pregada, quem crer, quem não crer, etc. Existe, também um terceiro elemento que Marcos menciona e Mateus não, são os sinais que acompanhariam os que crêem confirmando a pregação do Evangelho operados pelo grande Poder de Deus entre os discípulos, ou seja, um discipulado poderoso.
Parte de terça feira. Discipulado e o Evangelho.
Perg. 04 – Precisamos pregar o Evangelho Eterno, aquele Evangelho que foi originado na eternidade passada entre os Membros da Divindade e, que foi anunciado a Adão e Eva, foi pregado em toda a história no sistema sacrifical ( 4000 anos antes de Cristo ), no nascimento e vida de Cristo, em Sua morte na Cruz, na Sua ressurreição, no Seu ministério no Santuário Celestial, culminando com a mensagem pregada agora no fim do tempo do fim anunciando a volta de Cristo nas nuvens do céu, e, porque não dizer? Durante toda a eternidade futura através dos sinais dos cravos em Suas mãos e pés, em sua cabeça, nas Suas costas e no Seu peito. Realmente, este Evangelho é eterno e apenas uma igreja nestes últimos dias, está pregando esta espécie de Evangelho e com estas características, ou seja, os Adventistas do Sétimo Dia, que ressurgiram das cinzas da história na data certa marcada pela profecia.
Perg. 05 – Pendurado na Cruz estava o Evangelho Eterno, Aquele que arriscou a Sua vida eterna para pagar o preço do resgate da nossa alma; o que em Marcos 16:15-16, não foi evidenciado e especificado sobre este aspecto do Evangelho, foi apresentado por Cristo através de João; pregar o Evangelho significa pregar o Messias das profecias crucificado, ressuscitado, assunto ao céu, ministrando no Santuário Celestial, vindo nas nuvens do céu para nos levar para a Cidade Eterna, e, tudo isso está incluído nas palavras de João 3:16; pregar o Evangelho também significa mostrar ao mundo a loucura de amar mais as trevas do que a luz e, conseqüentemente, perder a vida eterna de um vivência de completa felicidade e juventude eterna na Cidade Eterna. Amém!
Parte de quarta feira. A comissão em Lucas.
Perg. 06 – Após a Sua ressurreição Cristo Se apresenta como sendo o Mesmo Ser físico, Pessoal e composto dos mesmo corpo de carne e ossos e que, como ser humano, toma alimentos de seres humanos ( Lc. 24:36-43 ), com esta demonstração Cristo refuta a teologia popular que ensina que após a morte o ser humano perde a sua constituição física e passa a possuir uma constituição incorpórea da espécie fantasma ou espírito na concepção errônea e popular da palavra espírito, que não condiz com o verdadeiro significado desta palavra no texto bíblico. Se esta teoria estivesse certa, Cristo, depois de morto, teria passado a existir como uma Entidade segundo este conceito e, a Sua ressurreição, neste caso, teria sido sem sentido, como ressuscitar esta espécie de espírito? Existira, no caso, ressurreição para espíritos??? E, mesmo que existisse, ficaria admitida a morte do espírito, porque a ressurreição somente pode existir para quem morreu, como ressuscitar um ser que não pode morrer? Seria ressuscitar vivos que não podem morrer?
O que significa as palavras de Cristo: Espírito não tem carne nem ossos como vedes que Eu tenho? Quando a Bíblia se refere a anjos, a palavra espírito pode perfeitamente indicar um ser concreto, embora este anjo não seja constituído de carne nem ossos como um ser humano; será que somente é possível a existência de seres concretos se estes forem constituídos de carne e ossos? O Deus que fez a alma humana e as almas irracionais da zoologia do nosso planeta, do pó da terra, não poderia criar outros seres de outras matérias primas, tão reais, físicas e perfeitamente concretas? De qualquer forma, seria muito infantil e descabido afirmar que tudo o que não tem carne nem ossos, seja imaterial, abstrato e impalpável ou coisa semelhante. O ouro, o vidro, que é quase invisível, o cristal e outros elementos, não tem carne nem ossos, mas todos sabem que são substâncias bem concretas e reais.
Já na época de Cristo e muito antes deste tempo, existia um conceito errôneo a respeito do que seja um espírito e da verdadeira etimologia desta palavra e, Cristo quis demonstrar aos Seus discípulos que Ele era um Ser Real e o Mesmo Jesus que estivera vivendo com eles anteriormente à Sua morte. Se fosse dado, a qualquer um de nós, apalpar um anjo, por exemplo, e, ao mesmo tempo, apalpar um ser humano, iríamos de imediato perceber que existe uma diferença em seus corpos. Saberíamos que um é constituído de carne e ossos e o outro de uma matéria diferente, mas ambos palpáveis e perfeitamente concretos. Jesus Cristo mostrou que Ele não era um espírito nem no sentido popular da questão e nem no sentido verdadeiro da etimologia da palavra espírito.
Perg. 07 – Observar que Cristo sempre citava as Escrituras Sagradas e “nunca” citou as tradições da patralogia da Sua igreja, tão valorizada e citada pelos líderes da religião dominante entre o Seu povo. Este tradicionalismo paralelo às Escrituras Sagrada, prevaleceu e ainda prevalece na liderança do Clero Católico Romano, posicionamento este que, nem Cristo ou Seus apóstolos endossaram. Veja com muita atenção estes textos bíblicos: Mt. 4:4,7,10;15:3 e 6;Lc. 4:16-21; 24:27,44,46; João 5:46-47;Gl. 1:8-9;ICor. 4:6; partindo deste valiosíssimo contexto bíblico, vemos que em se tratando de definição de normas de conduta, doutrina e fé, unicamente a Bíblia Sagrada em seu Cânon organizado, em sua totalidade, pelos idos dos séculos segundo e terceiro depois de Cristo, tem esta autoridade.
Parte de quinta feira. “Testemunhas destas coisas.”
Perg. 08 – A mensagem das Escrituras Sagradas que eles possuíam naquela época de Cristo e muito anos depois, eram as Escrituras do “Velho Testamento,”eles ainda não possuíam os escritos do “Novo Testamento” devidamente canonizados, somente depois do segundo século d.C., quando esta parte da Bíblia ficou pronta e canonizada, portanto, aqueles que afirmam hoje que o “Velho Testamento” não deve mais ser usado como norma de conduta, fé e crença, estão desmentindo a Cristo e a toda a igreja apostólica, pois tanto Jesus como estes apóstolos e todos os discípulos daquela época, fizeram uso, unicamente da Escritura do Velho Testamento durante muitos anos depois de Cristo; imaginem se eles tivessem tomado a atitude dos que hoje não dão valor doutrinário ao Velho Testamento! Eles teriam baseado a sua pregação do Evangelho em que escritura se o Novo Testamento ainda não existia e somente veio a existir como Escritura canonizada e organizada, mais de 300 anos depois de Cristo!? E, como provar pelas Escrituras que Cristo era o Verdadeiro Messias das Escrituras proféticas, se estas mesmas Escrituras, não tivessem mais valor, e, como dizem alguns, que estas Escrituras do Velho Testamento deveriam ser eliminadas da Bíblia Sagrada? Veja sobre isso a opinião de Cristo em João 5:46-47.
Qual era a mensagem das Escrituras ( Velho Testamento ) que os discípulos deveriam levar ao mundo? Veja estes textos desta Escritura citados acima e o nosso comentário da parte de terça feira desta mesma lição.
Perg. 09 – A morte e ressurreição de Cristo significa reconciliação dos inimigos de Deus quando estes ainda se encontravam em suas inimizades contra Deus; veja Rom. 5:10; Cristo nossa Páscoa; Redenção, remissão e cura das nossas doenças espirituais e físicas, mas como mostrar esta mensagem de salvação ao mundo, sem fazer uso das Escrituras do Velho Testamento, por exemplo: Isa. 53?
Pág. 154, em comentário bíblico; note o seguinte: Mateus 25:31-46, somente poderá se cumprir plenamente, depois do milênio, porque agora, na vinda de Cristo não vai haver diálogo entre Cristo e os ímpios.
Marcos 16:9-20 – Ver o comentário deste texto na Bíblia de Jerusalém. É preciso ter em mente que o Espírito de Profecia endossa estes versos como sendo inspirados.
Pág. 155:1 – Perfeito agora? Com base na imputação da justiça de Cristo, nós somos considerados por Deus tão perfeito como o Seu Filho Jesus Cristo, embora nada exista ainda de perfeição em nós e ainda estejamos na estaca zero em nossa caminhada no caminho da santificação, e Deus nos considera assim para que possamos caminhar na direção da santificação recebendo diariamente, ao longo da nossa vida, a justiça comunicada de Cristo para que sejamos empiricamente, perfeitos por ocasião da glorificação.
Que em nossa missão, comissão e discipulado, possamos ser, pela graça de Cristo, discípulos iluminados pela Luz do mundo e cheios da plenitude do Espírito Santo. Amém!
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.
Classe Universitários
El Profesor Gilson Nery, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática
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