
Lições de candidatos a discípulos


Semana de 19 a 26 / 01 / 008
Nesta semana, ouvi uma história que desafiou minha compreensão dos caminhos do coração humano.
Um rapaz de motocicleta atravessou o cruzamento sem olhar para um lado ou para o outro e bateu em cheio numa caminhonete de irmãos que vinham da igreja. Quase morto, foi para o hospital com dezenas de fraturas e traumatismo craniano. Dois dias depois, a cabeça estava inchada e os médicos avisaram a família que pouca chance havia de o rapaz se recuperar.
Os irmãos da igreja o visitaram diariamente no hospital e oraram intensamente por ele. Muitos outros irmãos da igreja também oraram.
Uma semana e meia depois, como por milagre, o rapaz saiu do hospital. Ao ser visitado em casa pelos irmãos da igreja, eles apresentaram o evangelho e lhe explicaram o maravilhoso milagre que Deus realizara, poupando sua vida para que fosse entregue a Ele. Ignorando o apelo e o chamado de Deus, o rapaz disse que estava feliz com a vida dele como estava (drogas, álcool, crimes etc). O leitor consegue entender essa atitude depois de ter ele conseguido escapar da morte por um fio?... Eu não consigo.
São dezenas de oportunidades que Deus nos oferece e alguns desperdiçam uma após outra. Quantas oportunidades Deus lhe tem oferecido ultimamente? Você consegue distingui-las dos outros apelos e chamados que o mundo oferece? Como você tem orientado sua vida? Você tem dado prioridade aos chamados divinos, ou outras coisas sempre estão na frente?
Em nossa sociedade, o sistema de valores foi invertido e não conseguimos valorizar aquilo que Deus vê como importante. As fontes de autoridade que valorizamos nem sempre são Deus e Sua Palavra. Distraímo-nos facilmente com as luzes e sons deste mundo que nos envolvem e embotam as percepções espirituais.
No caso do jovem mencionado em Lucas 9:61, 62, o sistema de valores que ele cultivava também tinha incongruências e desajustes com a vontade de Deus. O próprio Jesus o estava chamando, e ele julgou ser mais importante despedir-se dos seus queridos. Com certeza, Jesus teria providenciado maneiras para que ele o fizesse mais tarde, mas aquele era o momento de dar um retumbante sim para Jesus, deixando o que estava fazendo e prontamente atender o chamado do Mestre.
Como posso saber que é o Mestre que me chama se meu sistema de valores está atrapalhado? O que há de errado em querer se despedir dos parentes? Como cultivar os valores certos para estar atento quando o Mestre chamar?
Como a lição mesma diz, é uma questão de fé, e a fé vem pelo ouvir a Palavra (Rm 10:17). Nossos valores se reorientam pelo poder da Palavra de Deus em nosso coração. Quando lemos a Bíblia não apenas passivamente, de forma ligeira e superficial, mas a estudamos ativa e intencionalmente, e interagimos com o conteúdo bíblico com oração e busca sincera de coração, então se cumpre o prometido em Jeremias 29:13: "Buscar-Me-eis, e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração." Ao encontrarmos Deus, nosso sistema de valores se reorganiza pouco a pouco de acordo com a vontade de dEle.
Para nós, cristãos do tempo do fim, os escritos de Ellen White têm uma função fundamental na orientação de nossos valores e em nosso sistema de prioridades. Nesse "bombardeio" de prioridades alheias que nos são impostas pela mídia, pela pressão cultural e pela pressão de grupo, acabamos recebendo valores sem jamais termos decidido por eles. "Todos fazem assim, então, deve estar certo", pensam alguns.
No contexto de nossa cultura brasileira, gostamos de ser agradáveis e, por tudo neste mundo, evitamos desagradar as pessoas. Isto é muito bonito, pois mantém um tecido social muito mais saudável do que em outros países em que as pessoas são bem menos conectadas umas às outras. Mas há o agravante de que deixamos outros ditarem nossos valores, tudo para não desagradar os outros.
Conhecer a Deus por Sua palavra é essencial para que você se conheça a si mesmo(a) e, em conseqüência, conheça o sistema de valores que regem sua vida.
O Escriba
No texto de Mateus 8:19, 20, fica claro que Jesus nunca escancarou as portas para quem quisesse segui-Lo. Ele provava e testava para ver se a pessoa realmente queria segui-Lo. No caso do escriba, Ele apresentou uma dificuldade em seu caminho. Aquele que podia ler corações, intenções e motivos, colocou a dificuldade exatamente onde o escriba não tinha motivos claros.
O sistema religioso da época desse escriba, tanto quanto o nosso adventismo no Brasil de hoje, foi criando algo que os especialistas chamam de cultura corporativa. Esta cultura corporativa cria valores que partilhamos como igreja no Brasil. Ela não é construída apenas pelos manuais de igreja, mas muito por aquilo que, sem palavras, manifestamos no dia-a-dia da convivência na igreja local. As ações que premiamos, projetos que estimulamos, nossa maneira de ser na igreja, vaidades que permitimos, procedimentos contrários à nossas convicções que não repreendemos, pecados para os quais não temos punição clara.
Ao longo da história, certos pontos foram exageradamente enfatizados, sem o tempero do equilíbrio e amor, e na geração seguinte é abominado como sendo um mal, mesmo sendo uma clara revelação de Deus. Obviamente, Satanás faz seu jogo para nos atrapalhar em nosso sistema de valores coletivo, nossa cultura corporativa, cegando-nos para coisas que naturalmente deveriam fazer parte de nossa prática cristã.
O escriba estava inserido em um sistema de valores que premiava a ambição e o ganho pessoal. Para ele, era natural buscar as vantagens que estivessem ao seu alcance. O sistema religioso, farisaico, havia corrompido os caminhos saudáveis do coração. Quando ele se apresentou a Jesus, o Mestre percebeu que o coração dele estava comprometido com outras coisas, de tal maneira que ele não serviria para a função de mudar o mundo. Mas, para dar-lhe a chance de decidir pelo contrário, lhe disse em Mateus 8:20: "As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça."
Parece que, em Judas Iscariotes, nosso Mestre viu possibilidades. Esse discípulo, o único que seguiu Jesus sem que Ele o tivesse chamado, andou três anos e meio com o Salvador e teve todas as oportunidades que um ser humano poderia ter, mas também foi confundido pelo sistema de valores corporativo. A idéia de um Messias guerreiro que libertasse Israel do jugo romano lhe servia de óculos, que ele usava para ler a realidade ao seu redor.
Um discípulo não mencionado
Quando um carro fica exposto às intempéries durante algum tempo, e não lhe damos o cuidado necessário, ele enferruja e vai perdendo suas funções. Assim é com as nossas faculdades espirituais. Elas precisam ser constantemente trabalhadas e desenvolvidas. É o que eu gosto de chamar Fitness Center espiritual (academia de ginástica espiritual).
Não nascemos sabendo ter paciência. Deus nos coloca em situações em que este músculo espiritual flácido possa ser treinado. No começo, dói, mas pouco a pouco o músculo vai ganhando tônus e se mostra forte.
Assim é com cada uma das características mencionadas em Mateus 5, no Sermão do Monte: humildade, mansidão, pureza, misericórdia..., bem como em Gálatas 5:22, 23: Amor, paz, alegria, paciência, benignidade, bondade, domínio próprio...
Conheço pessoas que não têm paz no coração. Elas precisam desenvolver este músculo espiritual. Há pessoas que não sabem ter alegria, acham que é fingimento ser constantemente alegre. Precisam treinar esta característica espiritual. Todos precisamos aprender a amar, pois esse é o dom maior (em 1Co 13 é dito que se eu não tiver amor, nada serei).
Mas quem sabe onde fica a alavanca do crescimento do amor em seu coração? Quem sabe onde está o botão que ativa a alegria de viver? Onde está o dispositivo para desenvolver paciência? Essa informação não veio no "manual do proprietário".
Lembro-me de uma jovem me procurou pedindo ajuda, pois odiava ao extremo sua sogra. Aquela relação estava marcada por acontecimentos que levaram ambas a se odiarem. A jovem me disse que não sabia como parar de odiar. Onde está o botão que desliga o ódio? Na verdade, não sabemos! Nem sabemos como ligar e desenvolver o fruto do Espírito. Isto nos coloca em uma situação difícil, pois temos que desenvolver características espirituais que não sabemos como desenvolver, nem por onde começar.
A única saída é clamar a Deus, pois Ele sabe onde estão os "botões e alavancas". Sabe onde e como mexer para fazer crescer em nós esses elementos espirituais. Deus sabe como cultivar em nós uma vida rica dessas características espirituais.
Quando nos colocamos à disposição de Deus e Lhe pedimos que nos matricule em Sua "academia de ginástica espiritual", Ele trabalha em nosso ser. Em lugar de apresentarmos a apatia que o discípulo desconhecido mostrou, típica de pessoas que não cultivam a vida espiritual, quando Deus trabalha em nós e participamos ativamente de Sua ação em nossa vida espiritual, um vigor renovado passa a permear todas as áreas de nossa vida.
Deus nos faz passar por situações nas quais teremos que esforçar os músculos da paciência. Ele nos faz enfrentar situações em que temos que treinar o músculo do amor. Coloca pessoas em minha vida que constantemente me fazem testar as diversas habilidades espirituais. Se sou orgulhoso, Ele me deixa passar por freqüentes situações humilhantes para que eu aprenda a humildade. Se um solteiro não tem paciência, Deus lhe dá uma esposa e filhos para que ele treine a ser paciente.
Se você sofre de inércia, vença o sossego espiritual e peça que Deus trabalhe em sua vida. O brilho de uma vida trabalhada espiritualmente é maravilhoso. O homem desconhecido, personagem do estudo de hoje, não tinha uma vida espiritual cultivada, e não conseguiu se desvencilhar da apatia. O que ele fez foi lançar mão de desculpas e subterfúgios enganosos.
O jovem rico
Sempre haverá coisas das quais precisamos abrir mão para sermos discípulos de Jesus. Para alguns, é o desejo de popularidade, para outros, a tranqüilidade, para outros, preferências pessoais, para outros ainda – como no caso do jovem rico – o dinheiro.
Não sei se este comentário está enfatizando demais este assunto, mas a Bíblia não mostra um discipulado tranqüilo em que tudo funciona sem dificuldades para o discípulo. Ao contrário, Jesus disse que não veio trazer paz, mas espada. Veio trazer lutas e confrontos desagradáveis.
Meu irmão e minha irmã, somos chamados diariamente a substituir nossas preferências pelas preferências de Jesus.
Há coisas que são más por natureza, visto virem do inimigo, mas muitas coisas apenas se tornam más dependendo das mãos em que caem.
Pedi que Deus fizesse de mim um homem rico, que pudesse ajudar a igreja em todas as suas frentes ou que fizesse de mim um pastor. Aqui estou como pastor. Seguramente Ele sabe o que o dinheiro faria em minha vida e conhece o perigo que a riqueza significaria para mim. Dou graças a Deus porque Seus propósitos para minha vida têm se cumprido e isto relativamente com pouco dinheiro.
Havia no coração do jovem rico uma pedra de tropeço que colocaria em risco o desenvolvimento de todo o seu ser. Jesus não mudou o princípio da justificação pela fé, pela qual devemos ser salvos. Através de uma seqüência de argumentos, Ele apenas deu ao jovem a oportunidade de se livrar dessa pedra de tropeço.
É interessante como Jesus abordava as pessoas. Ele não ordenou, de início, o que o jovem rico precisava fazer. Ele o conduziu à falácia de sua estrutura de vida, ajudou-o a entender sua necessidade real e depois o confrontou com a solução, que realmente faria a diferença em seu coração.
Nicodemos
Há coisas que não são transmitidas pelos genes. A jornada espiritual de cada ser humano não pode, jamais, derivar de seus pais ou da nação a que pertence.
É verdade que algumas nações parecem ser mais propensas à fé, por sua estrutura cultural de valores e crenças. Mas isto não é salvo-conduto para que todos os indivíduos dessa nação sejam salvos.
A pessoa precisa nascer de novo. Não há nada que faça de um filho algo especial, porque o pai foi alguém especial.
Em nossas igrejas, a descendência de pessoas importantes apenas tem valor quando nos tornamos cristãos carnais, que andam pela aparência das coisas. Paulo repreende isto veementemente: "Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo" (1Co 3:1).
Derivo daqui que pessoas que colocam importância em coisas carnais são carnais e não têm condições de entender as coisas espirituais. Quando do púlpito de uma igreja só vem leite, isto é causa e simultaneamente conseqüência de uma vida cristã ainda carnal. Quando vem alimento sólido, desafiante, as pessoas são levadas a decidir por um discipulado vigoroso e significativo, que faça diferença na causa de Deus.
Pelo crescimento vigoroso que temos em nossa igreja no Brasil, temos por conseqüência muitos irmãos e irmãs novos na fé. É claro que essas crianças na fé precisam de leite, depois, papinha e depois, alimento cada vez mais consistente. Mas se ainda necessitam leite irmãos que há tempo andam com o Senhor, podemos saber que 1Coríntios 3:1 se aplica a eles.
Talvez devêssemos pensar em alguma estrutura em nossas igrejas locais que possam fornecer aos irmãos mais antigos na fé um alimento mais sólido que os fortaleça no discipulado.
Mentalidade de manada
Em Nazaré, aconteceu algo que já comentamos acima. A força dos laços sociais e dos valores coletivos (cultura corporativa) arrastaram as pessoas movendo-as da alegria de receber uma mensagem agradável para a raiva e ódio.
O orgulho que cultivaram durante anos, não lhes permitiu abandonar um sistema de valores prejudicado, para assumir o sistema de valores de Jesus. Quanto perdemos, quando nos tornamos juízes da causa ou até da Palavra de Deus... Qual é o prejuízo eterno para nós ao nos colocarmos acima de uma sadia dependência de Jesus? Colocamo-nos fora do alcance da ação salvífica e transformadora de Jesus quando deixamos de andar pela senda de humildade e mansidão que nosso Mestre ensinou.
"Nada é tão ofensivo a Deus nem tão perigoso para o espírito humano como o orgulho e a presunção. De todos os pecados é o que menos esperança incute, e o mais irremediável" (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p.154).
Eis um paralelo entre nossa cultura corporativa e o plano de Deus para o discipulado. Veja e confira no livro de Atos as características dos discípulos como Deus as planejou.
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Membro |
Discípulo |
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Espera pães e peixes |
Vai pescar |
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Luta: crescer |
Luta: reproduzir |
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Espera acontecer |
Faz acontecer |
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Espera ser servido |
Ousa servir |
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Gosta de afago pastoral |
Gosta de treinamento pastoral |
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Entrega parte de seus rendimentos |
Entrega a vida |
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Pode cair na rotina |
Sai de uma aventura espiritual para entrar em outra |
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Espera que lhe dêem uma tarefa |
Busca tarefas |
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Murmura e reclama |
Obedece, se sacrifica e nega a si mesmo. |
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É condicionado pelas circunstâncias |
É condicionado pela própria decisão |
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Reclama que ninguém o visita |
Tem seu próprio programa de visitas |
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Está disposto a somar |
Está disposto a multiplicar |
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Os membros do século 21 estão transtornados pelo mundo |
Os discípulos do século 1º transtornaram o mundo |
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É forte como soldado na trincheira |
É forte como soldado invasor |
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Cuida das estacas de sua tenda |
Amplia a área de sua tenda |
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Estabelece hábitos |
Rompe moldes |
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Sonha e exige a igreja ideal |
Se entrega e se esforça em favor da igreja real |
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Meta: ganhar o Céu |
Meta: ganhar outros para o Céu |
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Maduro, se torna discípulo |
Maduro: assume ministérios |
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Prega o evangelho |
Faz discípulos para Jesus |
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Gosta de campanhas |
Vive em campanhas |
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Espera um reavivamento |
É parte do reavivamento |
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Espera que a vida lhe dê uma almofada |
Está preparado para uma cruz |
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Palavra preferida: "Tomara!" |
Expressão preferida: "Eis-me aqui!" |
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É valioso |
É indispensável |
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"O jardim do Éden era uma representação do que Deus desejava que chegasse a ser toda a Terra. Seu propósito era que, à medida que a família humana crescesse em número, estabelecesse outros lares e escolas semelhantes aos que Ele havia dado. Deste modo, com o passar do tempo, toda a Terra devia ser ocupada por lares e escolas onde se estudassem a Palavra e as obras de Deus, e onde os estudantes se preparassem para refletir cada vez mais plenamente, através dos séculos sem fim, a luz do conhecimento de Sua glória" (EGW, Educação, p. 22).
Dr. Berdnt Wolter
Professor de Missiologia no SALT-Unasp Campus 2
E-mail: berndt.wolter@unasp.edu.br
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