
Lições de candidatos a discípulos


Semana de 19 a 26 / 01 / 008
Jesus Cristo lançou a candidatura ao Seu discipulado e, os candidatos a este aprendizado em Seu colégio apostólico, deveriam iniciarem-se de imediato, aprendendo lições do Mestre e, não deveria haver procrastinação para este aprendizado; antes mesmo de fazerem parte do Seu discipulado, já em suas candidaturas, deveriam aprender lições preparatórias para fazerem parte deste discipulado, e, isto ficou claro quando Jesus definiu este conceito nos casos mencionados em Mt. 8:19-22 e Lc. 9:61-62; estes textos citados, estabelecem e se constituem o verdadeiro contexto para a definição e interpretação das palavras de Cristo em Mt. 28:19-20; a igreja de Cristo deve seguir este exemplo de Jesus Cristo ao estender o convite e o chamado aos homens a que se candidatem a discípulos de Cristo, estes, no próprio ato de serem chamados, devem aprender, devem ser ensinados, continuar aprendendo, no discipulado preparando-se para o batismo nos pontos básicos do Evangelho Eterno e, posteriormente, continuarem no aprendizado aos pés de Cristo, mais do que aos pés da igreja, a igreja tem o seu lugar neste discipulado, mas Cristo e Sua Palavra devem ter a prioridade absoluta neste aprendizado que deve prosseguir durante toda a vida dos discípulos, e, durante toda a eternidade. Amém!
Verso para memorizar: Colocar o reino de Deus em segundo plano em nossa vida, significa o mesmo que olhar para traz, e, olhar para traz é equivalente a se transformar em uma estátua de sal, segundo disse Jesus. Lc. 17:32;Gen. 19:26.
Parte de domingo. O escriba.
Perg. 01 – Um escriba era alguém que se destacava por uma cultura não comum e de um bom conceito na sociedade e, Judas se destacava entre os discípulos nestes aspectos, talvez seja por este motivo que Mateus o denominou de escriba, ele se considerava superior a todos e até mesmo mais sábio que Cristo em se tratando de administração, segundo ele, Cristo precisava de lições administrativas em Seu reino e, ele seria o único mais indicado e capacitado para isso; ele até foi nomeado tesoureiro do colégio apostólico, mas, por traz dos bastidores, ele era um escriba ladrão. Veja João 12:4-6.
Parte de segunda feira. Um discípulo não mencionado.
Perg. 02 – Note o contraste que existe entre a palavra “primeiro” do texto de Mt. 8:21-22, e a palavra primeiro de Mt. 6:33; toda a questão aí, circulava em torno de prioridades; mortos são todos que não colocam Deus e Seu reino em primeiro lugar, são os mortos espirituais que se transformaram em estátua de sal. Veja Ef. 2:1;Cl. 2:13;I Tim. 5:6;Judas 12 e Lc. 9:59-62.
Parte de terça feira. O Jovem rico.
Perg. 03 – Este é o jovem rico-pobre e idólatra que teve a oportunidade áurea de se tornar rico-rico e fazer parte do reino de Deus tendo o privilégio de dar a Ele todas as suas prioridades. Cristo radiografou a alma daquele jovem e mostrou a ele que na realidade, ele não era guardador dos mandamentos da lei de Deus, como tinha professado, ele era um idólatra e, como tal, estava transgredindo todos os mandamentos da lei de Deus, segundo Tiado 2:10.
Perg. 04 – A legitima função da lei no plano da redenção é criar no homem transgressor desta lei, uma conscientização de sua real situação de enfermo espiritual, e, conseqüentemente, o interesse por um Médico e antídoto que o cure desta enfermidade e, Jesus Cristo é o Bom Mestre, Deus e Médico que o poderia curá-lo, e o Seu sangue, o antídoto para a cura desta enfermidade mortal do pecado de idolatria e qualquer espécie de pecados; é verdade que no espírito da lei de Deus, por ser ela a Palavra de Deus, existe o poder Deste Deus para nos manter alimentados e fortes para a obediência a todos os seus mandamentos, este é o espírito da lei que tem o poder de alimentar os discípulos que foram salvos da doença fatal do pecado, pelo Médico e Salvador Único das nossas almas, pelo poder do Seu sangue, Cristo disse que o homem não vive somente de pão, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus e, a lei de Deus é a Palavra que saiu da Sua boca e, alem disso, foi escrita duas vezes por Seu próprio punho, em taboas de pedra e, que através dos séculos de toda a história da humanidade, tem sido escrita, Pelo Espírito Santo, também, nos corações dos discípulos do discipulado que existe desde o Edem.
Parte de quarta feira. Nicodemos.
Perg. 05 – Nicodemos procurou entrar em discussão com Cristo sobre aspectos teológicos a respeito de Sua procedência ( sabemos que és Mestre vinda de Deus, disse ele a Jesus )do Messias, mas Jesus foi direto ao ponto crucial e essencial da vida deste nobre de Israel, dizendo a ele que a sua elevada posição não o colocava como isento de uma conversão como qualquer outro homem. Veja o verso 3; a pergunta “amarela”, “inocente”, e, até certo ponto, idiota de Nicodemos, verso 4; a resposta incisiva e sem rodeios de Jesus, dizendo a Nicodemos que ele, como qualquer outro ser humano, precisava se converter e ser batizado nas águas depois de ter nascido do Espírito. Vs. 5-8; a pergunta amarela de Nicodemos continua, verso 9, dando lugar a censura de Jesus, verso 10; a resposta de Jesus ao assunto da introdução à entrevista mencionada no verso 2, veja os versos 13-17, e, a conclusão desta entrevista com o apelo de Jesus para Nicodemos crer no Filho de Deus e produzisse as obras correspondentes desta crença, versos 18-21; notar que Cristo apresentou, em 28 palavras, todo o Evangelho, desde o Gênesis até o Apocalipse. Verso 16.
Perg. 06 – O discipulado sem o novo nascimento não leva ninguém ao reino de Deus, seria, como disse Paulo a Timóteo:”...Que aprendem sempre, mas nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.” II Tim. 3:7, significa um discipulado onde se aprende a respeito e teoria da verdade apenas, da letra morta sem o Espírito que vivifica e faz nascer de novo. II Cor. 3:6.
Ob. Nicodemos estava familiarizado com a linguagem de Cristo sobre o novo nascimento, ele compreendia muito bem o que Cristo queria dizer. Veja, DTN 151:3. Oitava Ed.
Parte de quinta feira. Mentalidade de manada.
Todos nós corremos o risco de sermos movidos por estampidos, ou sejam, o chicotear das emoções, de pregadores gritalhões e insistentes que arrancam das suas cadeiras de assistentes , com os seus apelos inquietantes e estridentes, que, ao se levantarem levam com sua influência, outras pessoas a se levantarem simplesmente por uma questão de ética e na base do efeito manada, e, em alguns casos, chega a parecer mais um estouro da boiada do que outra coisa. Devemos fazer apelos?Claro que sim, mas não devemos insistir e insistir até que o apelo cause o efeito manada ,e, muito menos estouro de boiada com estampidos gritantes de sermões apimentados e estridentes e, o que é pior, sem o poder do Espírito Santo, é um verdadeiro fogo estranho no altar; alguns chegam até a esmurrar o púlpito..., será que, do ponto de vista psicológico, não querem esmurrar os componentes da manada, quando estes não obedecem aos seus apelos ameaçadores?
Perg. 07 – Cristo apresentava as verdades das Escrituras Sagradas, sem chicotear as emoções dos ouvintes com apelos repetidos e insistentes, a prova disso está aqui neste episódio de Nazaré, a manada se levantou contra Ele, e, Ele, que tinha poder para influenciar aquela “boiada”em direção oposta, não o fez.
Pág. 48, em perg. Para consideração, item 04 – O verdadeiro crente é um discípulo, mas nem todo discípulo é um verdadeiro crente.
Pág. 53, seg. parág. – É um erro ensinar as pessoas tentarem segurarem as mãos de Deus, precisamos orientar os homens a que se deixem e permitam que Deus segurem a Sua mão, é Ele que precisa nos tomar pela nossa mão, precisamos dar este enfoque em nossas mensagens. Veja Isa. 41:13.
Que possamos aprender todas as lições do discipulado de Cristo, quer seja como candidato ou como veterano de escola, e que, jamais assimilemos a mentalidade de manada ou nos movamos impelidos pelo estouro da boiada, mas apenas pelo amor de Cristo ( II Cor. 5:14 ) e por princípios. Amém!
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.
Classe Universitários
El Profesor Gilson Nery, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática
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