
A Bíblia e a saúde


Semana de 26-05 a 02/06-2007
A Igreja adventista não dá ênfase a curas milagrosas. Antes disso, dá ênfase em não adoecer. Somos uma igreja que segue princípios bíblicos de vida saudável.
É um grande contra-senso o que muitas igrejas pregam, a realização de milagres, no entanto, não ensinam sobre como evitar as doenças. DEUS jamais desejou que adoecêssemos para que Ele nos possa curar, e sim, que sempre estivéssemos saudáveis. No entanto, nesse mundo, ainda assim, podemos ter problemas de saúde. Assim sendo, DEUS nos deu conhecimento sobre tratamentos que devemos usar. Evidentemente, em paralelo a esses tratamentos devemos orar, é o que Ele deseja.
E se esses tratamentos não derem resultado, então oramos intensamente, aí é hora de pedir por um milagre, e DEUS nos tem atendido. Conheço um caso, bem próximo a nossa família. Um senhor deveria fazer uma operação para três pontes de safena. Um de seus filhos orava para que DEUS resolvesse isso de modo diferente, sem cirurgia. Apresentava o pedido apenas como um desejo, não queria que seu pai fosse aberto em seu peito. De fato, DEUS atendeu, ‘por acaso’ estavam naquele hospital três professores estrangeiros da área, em troca de experiências, e tomaram o caso a si e fizeram outro procedimento. A cirurgia não foi feita, e o restabelecimento foi excelente.
Essa é a questão lógica na Bíblia: o cuidado com a saúde para se ter uma vida saudável. No entanto, devido ao ambiente, se a doença chegar, já temos muitos tratamentos naturais ou científicos para nos curar, e também oramos. O nosso último recurso, útil em todos os momentos, sempre tem sido a oração, e por ela DEUS também nos tem curado.
Interessante a lição de hoje. No momento em que estou começando a escrever essa lição, faz 30 minutos que sai de uma seção de musculação. Não para virar atleta, mas para ter qualidade de vida, para quem, em seu trabalho, ou está sentado, ou em pé. Então a lição trouxe alguns trechos da Bíblia sobre o interesse de DEUS pela nossa saúde. Podemos dividir em duas categorias as recomendações dos versículos de hoje: as que dizem respeito ao que é o nosso corpo, e as que dizem respeito a como cuidar dele.
1) O que é o nosso corpo?
Em primeiro lugar, o nosso corpo, que somos nós, não nos pertence ((I Cor. 6:19 e 20). Ele pertence a Quem nos criou, e que tem os mais altos propósitos conosco, nessa e na vida futura. Assim sendo, não devemos viver para nós, mas para Quem nos fez vivos (Rom. 14:7). Isso significa que devemos cuidar de nosso corpo como sendo o templo do ESPÍRITO SANTO, que habita em nós. Agir assim é considerado pela Bíblia um culto racional, isto é, inteligente e sábio, que usa o conhecimento bíblico e científico (Rom. 12:1).
2) Como devemos cuidar de nosso corpo?
Devemos alimentá-lo de modo que tenha saúde, assim como CRISTO cuida de Sua igreja (Efés. 5:29). Aquele que morreu por nós, pela igreja, fez isso com a máxima dedicação. Ele zelou pela igreja nos longos séculos tenebrosos da grande perseguição que durou 1.260 anos. E ele está levando a igreja ao clímax da vitória. Por sermos santuário do ESPIRITO SANTO, por Ele habitar em nós, é óbvio que devemos glorificar a DEUS tendo corpos sadios (I Cor. 6:19 e 20), isto é, mantendo-nos à semelhança do nosso Criador como quando nos criou (Gên. 1:26).
Quase como sendo as palavras de DEUS, escritas por Paulo, podemos concluir que é o desejo de DEUS que tenhamos saúde, e que sejamos prósperos em nossas atividades. Que sejamos saudáveis no corpo e prósperos em nossas profissões assim como em nossa alma, isto é, em nossa vida espiritual (III João 2). Isso é culto racional!
Não nos é possível avaliar o que somos em relação ao que foram Adão e Eva, antes do pecado. De certa forma, nos parece normal viver precariamente. Sempre estamos a pouca distância da doença, dos problemas diversos e da morte. De fato, para perdermos a vida, basta pouca coisa, enquanto nossos primeiros pais não a perdiam nunca, porque viviam na perfeição.
Quando Adão e Eva pecaram, não morreram na hora, mas naquele mesmo dia começaram a envelhecer. Talvez nem notassem a diferença em seu organismo nos primeiros tempos, mas as suas células já estavam morrendo, sendo substituídas por outras. Antes isso não acontecia. Perceberam esse fenômeno sinistro nas folhas das árvores. Algumas mudaram de cor, e um dia desses, a primeira folha caiu morta. Isso foi traumático para o casal, ver a folha morta. Era o espectro da morte rondando por ali. Não havia jeito, eles agora eram mortais, estavam perdendo um pouco de sua vitalidade a cada dia. Tudo estava mudando, degenerando.
Hoje estamos no outro extremo dessa história. Morte é o que se vê todos os dias, em todos os lugares. Vê-se não só nas pessoas, mas na natureza, nas plantas e nos animais. Tudo envelhece e degenera, e até já parece normal. Tão normal que muitos cientistas até acham que nesse contexto se pode acreditar na teoria da evolução. Ou seja, as espécies lutam entre si para se aperfeiçoar enquanto pretendem fugir da morte.
Mas a Bíblia defende outro contexto. Particularmente não duvido sequer de uma palavra nela escrita. Posso não entender tudo, como de fato ocorre, mas aquilo que não entendo, aceito pela fé. Meu fundamento principal na Bíblia é o seguinte: ela apresenta um farto conjunto de profecias que de fato se cumpriram. E ela aponta para o futuro de uma forma coerente ao que previa e se cumpriu. Isto é, diferente da ciência, que diz uma coisa em suas leis (e elas são confiáveis) e diz bem outra em muitas de suas teorias, como a da evolução (e as teorias nem sempre são confiáveis), a Bíblia é coerente. Ela aponta numa mesma direção, seja nas profecias que já se cumpriram, seja nas que ainda devem se cumprir. Ou seja, numa e noutra situação, ela trata do grande plano de salvação, da restauração de todos aqueles que se apegarem em JESUS.
Romanos 6:4 diz que no batismo somos sepultados (simbolicamente) com CRISTO, e ali ressuscitamos com Ele. Por isso, desde esse dia devemos andar de um modo diferente, isto se chama “novidade de vida”. Quer dizer, viver de acordo com os princípios da Bíblia, que são os mesmos utilizados na Nova Terra. Ou seja, estamos mortos para o pecado. A um morto o pecado não pode fazer nada, pois ele não tem capacidade de pensar e decidir, ele não existe mais. Assim devemos ser em relação ao pecado: mortos, insensíveis a ele, inatingíveis. Devemos detestar o pecado. Em relação a isto, vou insistir num ponto importante. Já escrevi muito a esse respeito, mas nem dessa vez será a última. Quanto vejo irmãos da igreja, inclusive pastores, muitos deles, torcedores de times de futebol. Alguns desses até inserem em suas pregações, e fazem gozação. Hoje pela manhã estava assistindo o noticiário a vi uma correria de torcidas organizadas (isto é, gangues de torcedores) brigando entre si por causa de um jogo, e a polícia com cacetetes batendo neles. Pensei, como ainda pessoas que desejam viver no reino do amor se envolvem com algo que pode resultar nisso? E o pior, como poderia DEUS derramar Seu ESPÍRITO numa igreja onde há membros e líderes com esse tipo de fraqueza? Não vai, antes irá purifica-la através da sacudidura.
Pois é disso que a lição fala: sepultados e ressurretos com CRISTO. Não me imagino CRISTO torcendo por esse ou aquele time... nem correndo da polícia, nem assistindo isso na televisão, ao lado de um ou de outro time, dividindo as pessoas umas contra as outras. Até quando iremos estudar essas lições e simplesmente rejeitá-las uma após a outra? Mortos para o pecado, vivos para DEUS é o que diz em Romanos 6:11. Outra vez, a um morto o pecado nada pode fazer, está morto. Então, morramos para o pecado, e receberemos poder para concluir esta obra, e então JESUS voltará. Antes disso, Ele não volta mesmo.
Vejam que coisa interessante: I Cor. 15:51 a 57 trata da transformação. Todos os que verdadeiramente nos convertemos seremos transformados. Transformados quer dizer, seremos restaurados à perfeição original. Teremos a vida eterna de volta, e o que é importante: a tentação já não existirá mais. Iremos para um lugar onde não seremos atraídos pelo mundanismo que hoje escraviza tantos. Mas, precisamos desejar essa condição desde aqui.
Qual era a ênfase do trabalho de JESUS quando esteve na Terra? Basicamente duas coisas: Ele ensinava e curava.
O ensinamento fazia por meio de aulas que dava ao ar livre, por meio da pregação ou evangelização. Assim Ele proclamava a libertação dos cativos (de satanás) e dos oprimidos (dos homens ou senhores) (Lucas 4:18). Ensinar era mais importante que curar, pois, do que adiantaria curar e a pessoa voltar ao mesmo erro que a colocou na doença? Ou, o que adiantaria curar da doença e ensinar a não adoecer, mas se ainda assim viesse a perder a vida eterna.
JESUS curava a todos. Certamente Ele curou muitos que nem vieram a se salvar para a vida eterna. Em Lucas 6:9 diz que “toda” multidão procurava tocá-Lo. Saia poder d’Ele, e “curava a todos”. A pergunta é: quantos desses estavam no meio da multidão que gritara contra Ele para que fosse crucificado e que libertassem Barrabás?
A lição que tiramos disso é que JESUS fazia o bem a todos e os ensinava a todos, mas cada um deveria fazer a sua escolha individual. Nesse aspecto Ele não interferia.
Por que JESUS ensinava e curava? Porque Ele era, e ainda é, o Salvador. Quem pode salvar um ser humano para a vida eterna, por certo também teria suficiente poder para curar das doenças desse mundo, libertar dos demônios e ensinar sobre a libertação da morte. Pelo que Ele fez, criou as credenciais de que de fato veio ao mundo o Messias e Salvador. Pois, não é nenhum contraste, e o povo falou corretamente quando já estava pendurado na cruz: curou a muitos, salve-se a Si mesmo! Mas, como se pode entender a atitude de alguém assim tão poderoso, e, na ocasião em que Ele mesmo necessitava desse poder, renunciá-lo por completo? É que Ele não veio somente curar das condições físicas, das doenças causadas por micro organismos, mas curar do pecado que mata para todo o sempre. Veio para tornar-se O Salvador do mundo, para isso que morreu na cruz. Veio para curar por completo, ou seja, para restaurar para a vida eterna, não somente para dar mais alguns anos de vida com saúde aqui na Terra.
O estudo de hoje pode ser resumido numa única palavra: EQUILÍBRIO. Explicando, equilíbrio no que é bom e lícito. Quantos do povo de DEUS são desequilibrados naquilo que DEUS nos deu para que usássemos?
Por exemplo. Uma festa de casamento é algo que devemos prestigiar, certo? JESUS esteve num casamento. Mas, será que ainda ocorrem casamentos onde haja equilíbrio? Há sim, mas são raros. O que mais se vê nessas cerimônias, que deveriam ser tão sagradas, são a exibição de desfiles de moda com irreverências e extravagâncias. Isso na igreja, e na hora da festa? Muitos parecem selvagens na hora de comer. A ainda brincam, “é, deixei de tomar duas ou três refeições para vir aqui e me abastecer!” Alguém assim pode ser aceito no Reino de DEUS? Jamais! Esse tipo de equilíbrio chama-se intemperança, e muitas vezes, em tudo o que é lícito.
Perceba bem, a lição de hoje não trata do que não devemos fazer, e sim, que devemos ter EQUILÍBRIO, ou MODERAÇÃO naquilo que podemos fazer. Demos um exemplo radical. Suponha que alguém foi acometido de uma gripe severa. E quem está livre? Vai ao médico e este receita umas doses diárias, com hora certa, de medicamento. Se a pessoa seguir a prescrição ela estará agindo com equilíbrio. Mas, se resolver tomar todo o medicamento numa só vez? Além de não resolver o seu problema, certamente criará outro problema, isso se não vier a óbito.
Todas as coisas boas que DEUS nos deu requerem uso equilibrado. Ora, aqueles que nem nas coisas lícitas conseguem manter a moderação, como estes iriam conseguir abster-se do que é ilícito? Como conseguiriam evitar as coisas que o mundo oferece? Se naquilo que DEUS oferece há abuso, muito mais haverá naquilo que o mundo oferece. Não acha razoável essa lógica? É por isso que temos tanto mundanismo em nosso meio.
E onde está o ponto focal do desequilíbrio do que é lícito? Na alimentação. Se nesse ponto formos equilibrados, certamente obteremos equilíbrio em todos os outros. Foi na alimentação que JESUS enfrentou a maior prova, assim como foi na alimentação que caíram Adão e Eva. Do mesmo modo, é pelo desequilíbrio na alimentação que muitos hoje caem, e nem mais se levantam.
A nossa grande batalha, como cristãos, geralmente não é assaltos e mortes cruéis, mas sim, falta de cuidado em muitas coisas que podemos fazer, e devemos fazer, mas em que cometemos abusos. Aliás, é nesse terreno que devemos começar a ser vitoriosos, pedindo para isso o poder do alto.
Se examinarmos os versos de hoje, veremos em todos eles essa palavra: EQUILÍBRIO, ou como prefere a lição: MODERAÇÃO. São palavras equivalentes. Aí que vem os sábios conselhos, que a nossa MODERAÇÃO seja perceptível por todos (Filip. 4:5). Se formos moderados, não seremos ansiosos, mas em tudo o que fizermos estaremos interagindo com DEUS por meio da oração (Filip. 4:5). Então nos manteremos naquelas coisas que são justas, puras e amáveis, que tem boa fama, em que há virtude do alto. Nessas coisas se fixarão nossos pensamentos (cf. Fil. 4:8). O nosso modo equilibrado de viver deve-se iniciar em nossos pensamentos, e pelas coisas lícitas que DEUS nos deu.
O que resultará da busca por uma vida equilibrada? Os frutos do ESPÍRITO, como: amor, alegria, paz, longanimidade, hospitalidade, benignidade, bondade, sobriedade, justiça, bondade, fidelidade, amizade com o bem, piedade, domínio de si (que é a capacidade da temperança), etc. Esses são os frutos do ESPÍRITO SANTO, produzidos por uma vida equilibrada.
Pensemos um pouco. Os grandes homens e mulheres de DEUS, os profetas por exemplo, todos eles tiveram uma vida equilibrada. Talvez uns mais, outros um pouco menos, mas esse é um traço em comum. Se for estudar sobre Ellen G. White, vai notar nela nitidamente esse aspecto: equilíbrio no que é lícito, abstenção no que não é lícito. Esse é o caminho para a vida eterna, e orar para que vivamos assim é uma boa prática.
Mais uma vez estamos estudando uma lição cujo conteúdo é contraditório ao que nós somos. Essa é o tipo de lição que precisa afetar-nos, e resultar em nós alguma mudança. Uma situação bem típica é aquela pessoa que pede orações pelos filhos, porque pouco interesse tem pela igreja. Todas as quartas-feiras clama pelos filhos, que não se interessam pela igreja. Mas o que se vê, com freqüência? Vê-se que essas pessoas com facilidade ofendem aos outros. Isso acontece muitas vezes em meio a outras pessoas. E as ofensas tem por motivo coisas banais (na verdade nada deve ser motivo para que nos ofendamos). E ocorre um bate-boca publico e em bom som, com visitas e pessoas estranhas e tudo o mais. Logo depois, lá vem aqueles pedidos que todos já conhecem: Ah, são os filhos que não querem vir à igreja. Não vem de vergonha!
Esse é um caso real. Tudo poderia ser bem mais fácil se houvesse amor. É bem provável que havendo amor, muitos desses problemas nem surgissem, e muitas orações, em vez de pedidos, seriam agradecimentos. Falta amor e intimidade em muitos dos nossos lares.
Outro caso, bem freqüente é a embriaguez do poder. Quanto bom cristão, pessoa notável na igreja, bom missionário, mas quando sobe na hierarquia da vida e da organização, sente-se um rei, ou melhor, um ditador. Quanto irmão se descaracterizou só porque subiu na vida. Deixou de ser aquela humilde pessoa para tornar-se num poderoso chefe. Quanto ministro, pregador da palavra, quando chega a presidência, deixa de ser ministro para converter-se num chefe severo, tentando impor a sua vontade. Isso também não é amor.
Por falta de amor quantos estão se perdendo para a vida eterna? Quanto testemunho ao contrário! Quantas pessoas são espantadas da igreja, só por falta de amor. Quantas DEUS nem permite que se acheguem à igreja, para não as escandalizar. Fora elas se salvam, dentro se perderiam, por falta de amor de algumas pessoas. Nós, severamente afetados por satanás e sua natureza, temos tendências ditatoriais. Isso é flagrante. Precisamos da natureza de CRISTO, que foi e é manso e humilde. Só teremos essa natureza se Ele nos transformar, e isto só acontecerá se o desejarmos, se sentirmos necessidade e se orarmos por essa condição. Caso contrário, seremos afetados pelo modo como o mundo vive, e acharemos que estamos absolutamente certos. Falta muito, no sentido do amor prático, entre o povo de DEUS. Muito mesmo!
O estado da mente reflete no corpo, e o estado do corpo na mente. Sabemos disso pela ciência, pelo Espírito de Profecia e pela Bíblia. Entre mente e corpo, é a mente que se sobressai. A mente pode ser afetada pelo corpo, conforme o que ocorre nele, mas é o corpo que é afetado pela mente em maior intensidade. Constatações científicas atestam de fatos curiosos, como relatado no livro “Inteligência Emocional” de Daniel Golemann. Um dos casos é o de um homem em estado terminal. No entanto ele ouviu um médico que falava sobre o poder de um medicamento que ele tomaria, e que ficaria bom. E de fato, restabeleceu-se e ficou bom. Só que o médico se referia a outro doente na UTI, não esse. Noutro caso, uma mulher que apenas visitava alguém no hospital ouviu um médico dizer a um estagiário sobre a impossibilidade da cura de determinado doente, e enquanto dizia isso, olhou sem querer para aquela mulher. Ela convenceu-se de que se referira a ela. Em poucas semanas morreu.
Hoje, nesses tempos difíceis dos últimos dias, dias de perplexidades e de verdadeiras loucuras, os noticiários estão cheios de absurdos, a mente está sofrendo muito. O principal sofrimento é a depressão. Já atinge até crianças. Antes vem o estresse. Dessa situação pode resultar uma quantidade significativa de doenças, sofrimento e até morte. A vida de uma pessoa com depressão é bem difícil.
A igreja deve ser um ambiente contra a depressão. Nela deve-se cultivar uma amizade sincera entre as pessoas. Deve ali haver otimismo em relação ao futuro, esperança firmada nas promessas de JESUS. A igreja deve ser um lugar para partilharmos nossa confiança em DEUS. Um lugar de oração, muito mais do que está sendo, para fortalecer os fracos, e manter fortes os que estão sadios espiritualmente. A igreja precisa ser um lugar onde as pessoas encontrem cura de suas culpas e de suas perplexidades dessa vida agitada dos nossos dias. Só nesse aspecto a igreja, curando os problemas da mente, pode contribuir muito na cura de doenças físicas, e até previr outras.
Nossas igrejas não devem ser apenas para encontros espirituais, mas para outros encontros de natureza social. Esses outros encontros, por favor, não devem, jamais, inserir a competição. Esta escrito nos livros de Ellen G. White. Não devemos competir entre nós, mas sempre colaborar. Precisamos de uma reforma nesse sentido. Hoje vemos competição até mesmo na música, além dos esportes violentos. Não há necessidade de esperar pela sacudidura de DEUS para tirar essas coisas horrorosas e satânicas de nosso meio. Precisamos de ambientes onde pessoas desesperadas possam vir, seja nos cultos, seja nos momentos sociais, ali encontrar alívios para as suas perplexidades.
Para sermos testemunhas ao mundo, e sermos aqueles que curam o mundo, na realidade, há muito que fazer. Basta olhar ao redor!
Declaração do professor Sikberto R. Marks
O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.
http://www.cristovoltara.com.br/
El Profesor Sikberto Renaldo Marks, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática
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